Uma senha ser-lhe-á enviada por correio electrónico.

Homens e mulheres juntam-se em Montesson (78) para comemorarem o 25 de Abril. Esta iniciativa de dois amigos começou há 4 anos, com 18 pessoas, agora a organização não pôde satisfazer todos os pedidos, devido à capacidade de acolhimento do Restaurante “Les Jardins de Montesson” que é de 100 pessoas.

Foram pois homens e mulheres que neste jantar dito da Liberdade, entoaram a “Grândola, Vila Morena” e outras canções do carismático Zeca Afonso. Canções simbólicas da nossa Revolução, considerada a mais bela de todas as Revoluções que o mundo conheceu até agora (e talvez a jamais) sem vítimas, sem violência.

Esta comemoração do quadragésimo terceiro aniversário da Revolução dos Cravos,onde todos tinham histórias e lembranças desse tempo, e como sempre e logo que se fala de “relembrar”, alguns convivas, com emoção, contaram como viveram o 25 de Abril… antes durante e depois e até como atores, como foi o testemunho de José Oliveira que foi oficial e serviu sobre as ordens do Capitão Fernando José Salgueiro Maia.

O Deputado socialista Paulo Pisco também relembrou que o povo português se libertou do Fascismo e que devemos ser vigilantes e responsáveis pelas nossas ações. E que é um dever de relembrar esta data do 25 de Abril… e o porquê dessa Revolução!

Porque o mundo em que vivemos é um mundo incerto, um mundo de tentações, um mundo onde milhões de humanos vivem sobre o domínio de ditadores e outros “marchands de rêves” que prometem mundos e maravilhas. Ninguém se deixe cair na tentação de “experimentar” outra variante da democracia para ver se as coisas são melhores.

Deixo-vos com esta citação de Nelson Mandela: “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar!”

Gostou deste artigo? Vote, participe!
Votação do Leitor 4 Votos
3.6