Uma senha ser-lhe-á enviada por correio electrónico.

No passado sábado, dia 24 de junho, em parceria com “OúesK” e “SPL Confluence”, o Instituto Camões participou numa jornada cultural intitulada “Kiosk européen”. Foi um dia de festa e de descoberta de várias culturas europeias.

Uma programação multicolorida e eclética com restauração, concertos e djsets, espetáculos de rua, café das línguas, ateliers para crianças, entre muitas outras atividades. O programa inscreve-se no âmbito de “Tout le monde dehors” na Confluence, situada no segundo bairro de Lyon.

Nesta organização esteve o Goeth Institut, e foi a seu pedido que se integraram este ano o Instituto Camões, o Consulado Geral da Polónia, o Instituto Servantes, o Instituto Italiano e a Maison de l’Europe et des Européens.

O Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões organizou três “ateliers” animados pela professora Cristina Gertrudes durante o dia de sábado, desde os mais pequenos aos adultos; a lusofonia esteve em destaque com leituras, jogos e apresentação de livros. Viajar no mundo da lusofonia com autores de Cabo Verde, Angola, Brasil e Moçambique cativou um público numeroso, que por ali passou. Pela tarde, num atelier de cozinha, foi apresentada uma preparação de doçarias e de um bolo com receita portuguesa.

“A minha atividade principal no Instituto é de promover a nossa cultura linguística, isto é, com conferências de autores portugueses na Universidade Lyon2 e também em outras cidades da região Rhône Alpes e Auvergne, assim como na aérea do ensino da língua e da cultura portuguesa na Universidade Lyon 2” explica Luísa Dutra, a Leitora e responsável do Instituto Camões em Lyon. “Mas também com ações deste tipo onde eu vejo que a presença do Instituto Camões é possível, e que também tem o seu lugar. Tudo isto em conjunto com o Consulado Geral de Portugal em Lyon. Estivemos aqui com ateliers de leitura e de conversa com meninos a partir dos 6 anos e muitos adultos”.

Cristina Gertrudes, professora de português, animou os vários ateliers tendo como suporte vários autores, entre eles Alice Vieira.

“Foi um dia muito poliglota, onde se ouvia falar muitas línguas nos diferentes ateliers. Gostei muito de participar nesta jornada cultural. Para mim é uma paixão difundir e defender a nossa cultura lusófona. Espero poder continuar neste caminho” disse Cristina Gertrudes ao LusoJornal.

Cristina Gertrudes já traduziu alguns livros, e o último foi do autor francês Jean-Yves Laude, sobre S. Tomé e Príncipe – “Les poissons viennet de la forêt” – e “que fala de um povo que fugiu à escravidão e que eu presentei no meu master de tradução literária e edição” concluiu Cristina Gertrudes.

Gostou deste artigo? Vote, participe!
Votação do Leitor 1 Voto
7.8