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O Presidente francês, Emmanuel Macron, vai deslocar-se a Portugal no início de 2018 para participar numa cimeira sobre interligações energéticas.

A visita foi anunciada na sexta-feira da semana passada no final de um almoço de trabalho do Primeiro-Ministro português, António Costa, com Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu, em Paris.

“Espero por ti em Lisboa”, afirmou António Costa no final da declaração conjunta com o Chefe de Estado francês, em referência à cimeira (Portugal, Espanha, França e Comissão Europeia) sobre interligações energéticas, que deverá acontecer no início do próximo ano.

António Costa declarou que Portugal e França pretendem avançar “em conjunto na concretização dos ambiciosos objetivos do acordo de Paris”, que considerou “essenciais para controlar as alterações climáticas”.

“É fundamental termos um melhor ‘mix’ energético e o reforço das interconexões entre a Península Ibérica, a França e o resto da Europa ajudará certamente todos a termos uma energia mais limpa, mais segura e, desde logo, contribuir para o objetivo do governo francês de reduzir em 50% a utilização da energia nuclear”, afirmou o Primeiro-Ministro português.

António Costa acrescentou que “este é um excelente exemplo de como pondo em comum as oportunidades que cada um tem” se pode “realizar em conjunto uma Europa melhor para todos”, sublinhando que uma “Europa renovada” passa pela capacidade de “saber gerir os grandes desafios globais, sejam as alterações climáticas, sejam a globalização económica”.

Emmanuel Macron afirmou, por seu lado, que Portugal pode contar com a França e disse que irá à cimeira “com muito prazer”.

“Pode contar com o meu compromisso para que possamos progredir nesta matéria. Daqui até ao início do próximo ano, teremos a oportunidade de formular propostas concretas num nova cimeira que fará com que iremos a Portugal com muito prazer”, declarou.

O Presidente francês esclareceu que falaram, ao almoço, das “interconexões energéticas, tema importante para Portugal e para a Espanha que permite estruturar melhor o mercado europeu da energia”, destacando que acredita “profundamente” nesse mercado europeu e assumindo que “a França tem um papel esperado”.

 

 

 

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