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Dois aviões, um proveniente de Paris e outro de Marseille, foram obrigados a abortarem as aterragens por causa da presença de um ‘drone’ nas proximidades do Aeroporto de Lisboa.

Fonte oficial explicou à Lusa que um avião da companhia aérea Ryanair, proveniente de Marseille, “foi instruído” pela torre de controlo a abortar uma primeira aterragem quando já estava na fase final da mesma, tendo aterrado uns minutos depois sem qualquer problema.

O segundo voo trata-se de um avião da Easyjet, proveniente de Paris, que, depois de também ter abortado a aterragem, no seguimento das instruções dadas pelos controladores aéreos, optou por divergir para o Aeroporto do Porto.

As aterragens no Aeroporto de Lisboa “estiveram suspensas entre as 18h40 e as 18h52” e que o incidente com o ‘drone’ “atrasou a aterragem de outros cinco voos”.

Estes incidentes com ‘drones’ têm sido recorrentes nos últimos tempos. No dia 11 de julho, um Embraer 190 da TAP, proveniente de Nice, reportou um ‘drone’ a 600 metros de altitude, quando se preparava para aterrar no Aeroporto de Lisboa.

O Conselho de Ministros aprovou em julho o decreto-lei que estabelece um sistema de registo obrigatório de ‘drones’, impondo um seguro de responsabilidade civil e criando um regime sancionatório, para reforçar a segurança dos cidadãos e proteger o setor. O documento irá ainda para consulta pública.

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