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Imaginem a mágoa se, no casamento do vosso filho e à última hora, os noivos encontrassem o salão da boda vazio, porque os convidados decidiam não aparecer. Que tristeza! Esta é a situação descrita na parábola do evangelho do próximo domingo, dia 15 de outubro. Uma parábola que termina com o pai do noivo a “salvar” a festa, dizendo aos seus servos: «Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a boda todos os que encontrardes».

Jesus contou esta pequena história esperando que ela ajudasse aqueles que o escutavam (principalmente, os fariseus) a abrirem os olhos e a compreenderem o erro que cometiam ao recusarem a sua mensagem de fé, esperança e caridade.

Mas porque é assim tão difícil, para algumas pessoas, aceitar o convite de Cristo? Aceitar o caminho de salvação que Ele propõe? Provavelmente pela mesma razão que leva tantos, ainda hoje, a caírem na armadilha de grupinhos e seitas que prometem soluções “mágicas” para os problemas quotidianos: porque é mais fácil…!

É mais fácil viver uma fé farisaica do que abraçar uma autêntica fé de conversão. É mais cómodo conservar a imagem de um deus comerciante (a quem podemos comprar a salvação com ritos e ofertas) do que aceitar que a salvação não pode ser negociada, mas provém da gratuidade do amor de Deus Pai. Um Pai que quer o nosso bem e nos convida à conversão, porque o nosso bem é sermos bons! Mas mudar de vida requer coragem e por isso, muitos preferem continuar com a “fezada” de um deus milagreiro, que se deixa comprar e manipular. É mais fácil… é mais cómodo… no entanto, é um engano.

 

 

 

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