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Segundo o Jornal Económico, desde que Luís Faro Ramos tomou posse do cargo de Presidente do Instituto Camões, no dia 3 de novembro, em substituição de Ana Paula Laborinho, têm-se sucedido algumas demissões, alegadamente por o Presidente “não ter as devidas qualificações para o cargo”, nomeadamente “experiência de gestão” e “currículo nas áreas de atuação” do Instituto.

E dizem que só foi escolhido por causa da sua “relação de amizade” com o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

Ainda segundo aquele jornal português demitiram-se Maria Irene Paredes, Vogal do Conselho Diretivo, Márcia Pinheiro, Diretora dos Serviços de Planeamento e Gestão, Carla Graça, Chefe da Divisão de Planeamento e Recursos Humanos e Tânia Lemos, Chefe da Divisão de Apoio Jurídico e Contencioso.

Luís Faro Ramos foi, entre 2010 e 2012, Diretor-geral de Política de Defesa Nacional, e entre 2012 e 2017 foi o Embaixador de Portugal na Tunísia e em Cuba.

O Ministro Santos Silva contestou as acusações e afirma que nomeou o Embaixador para Presidente do Instituto Camões, pelas suas “qualidades profissionais, humanas e de gestão”.

 

 

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