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Olhando retrospetivamente para os anos que conheci desde 1965 e recordado alguns votos passados de Ano Novo, o mais prudente a desejar para 2018 é que seja um ano de utopias e sonhos.

Deste modo, quanto mais alta for a parada dos nossos desejos para 2018, e se atingirmos um décimo desses anseios, quando chegarmos a 2019, o ano transato terá sido formidável.

Desejar a paz no Mundo, Liberdade, Igualdade e Fraternidade entre os povos, são utopias demasiadamente gastas. Um “desejo” tem de ser exequível, caso contrário é o voto de uma efémera hipocrisia.

Assim, no universo Luso, espero que em 2018 sejam construídos, finalmente, alicerces sólidos para a construção de uma comunidade lusófona internacional de facto e descomplexada. Livre de preconceitos passados e de futuras presunções.

Faço votos também que os Portugueses, e seus descendentes, no estrangeiro sejam finalmente reconhecidos como Portugueses de “parte inteira”, e não seres de primeira, segunda ou terceira classe segundo as conveniências, interpretações e reinterpretações das leis e direitos.

Em termos planetários, qualquer desejo é um puro exercício de ficção científica. Deste modo, apenas posso desejar inteligência, tolerância e altruísmo… quanto baste.

Bom Ano a todos

 

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