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O Ministro português dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, pediu aos jovens académicos portugueses emigrados para contribuírem para promover Portugal no mundo e participarem na internacionalização do país através da inovação. «O vosso desafio é continuarem a ser tão inovadores, abertos e cosmopolitas como as gerações anteriores» de emigrantes portugueses, disse aos jovens reunidos em Lisboa para o 6º Fórum de Graduados Portugueses no Estrangeiro (GraPE). Neste encontro participaram também membros da AGRAFr, a associação dos diplomados portugueses em França.

A emigração, uma «constante histórica desde o século XV», tem registado mudanças, quer quanto aos países de destino, quer quando à idade e ao perfil dos emigrantes, quer quanto ao mundo em que se movimentam, explicou o Ministro. «Uma mudança que vocês espelham melhor que ninguém», disse ao auditório composto quase exclusivamente por jovens altamente qualificados de todo o país emigrados em diferentes países do mundo, com destaque para a Europa.

Augusto Santos Silva considerou que os muitos Portugueses na Europa, que nos últimos se constituiu como destino principal de emigração, «já não são tecnicamente emigrantes», vivendo «num espaço de estudo e trabalho supranacional que é a União Europeia» e para quem «a referência geográfica é o mundo».

Nesse sentido, frisou o Ministro, estes Portugueses estão numa posição privilegiada e têm «um papel absolutamente essencial» no combate as divisões que ameaçam a Europa. Cabe-lhes também, defendeu, contribuir para uma promoção de Portugal no mundo que permita atrair «mais investimento, mais visitantes e mais residentes» e ajudar a construir a internacionalização em diferentes domínios, designadamente na inovação.

 

 

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