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André Júlio Teixeira inicia a sua “France Tour”, com várias datas em França este sábado, dia 13 de janeiro, em Clermont Ferrand, passando por Saint Menoux, Anay-le-Château, Cosne-d’Allier, Paris e finalmente Toulouse.

Está na hora de entrarmos no mundo sensitivo do vilacondense André Júlio Teixeira, que lançou recentemente o seu primeiro ‘EP’ a solo enquanto “De Turquoise” – “Camomila”. A intimidade sussurrante dos temas é-nos apresentada, principalmente, através da sua guitarra e voz e, desta forma, nos surge o convite para apreciarmos uma expressão musical muito própria e pessoal.

“Turquoise” significa turquesa, mas se André Júlio Teixeira pudesse pintar a sua música, diz-nos que seria através de um fractal multi-color.

Natural de Vila do Conde, onde viveu até aos 20 anos, começou a estudar guitarra aos 10 anos, a seguir estudou saxofone, percussão clássica e bateria até descobrir o teatro, trabalhando com diversas companhias em todo o país, como ator, músico e compositor.

Através da cor turquesa, o artista vê uma tentativa de encontrar na música, talvez, essa mesma frequência harmónica de azul, que apazigua, que sugere um lugar pleno para se estar. Um lugar sempre novo, reconfortante e vibrante. Um abrigo do vazio do mundo, onde a perceção de tempo e espaço se expande sem noções, onde o pensar perde o contexto e se silencia, e de onde nascem forças motrizes que nos contam histórias concretas, abstratas, a começar pelo ponto mais infinitamente distante de nós, para acabar no mais íntimo.

A escolha do título “De Tourquoise” é pela sua simbologia, pela plenitude e também segundo o artista, pelo francês, “por ser uma cultura que foi e continua a ser uma força motriz que me emancipa enquanto artista”.

Hoje divide o seu tempo entre Portugal e França, com projetos desenvolvidos na música, no teatro, no cinema e nas artes performativas em geral.

 

 

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