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Nasceu em Amarante e bem cedo mostrou a toda a família gostar de fazer rir os amigos e os colegas. “Já na escola, desde muito pequeno, recordo que estava sempre pronto para a risada. A palhaçada era comigo, fosse onde fosse, e com quem fosse. Participava com alegria nas pequenas peças de teatro na escola e mais tarde lá na minha terra” disse Carlos Nogueira ao LusoJornal. “Rapidamente vi todo o interesse em comunicar com as pessoas e fazer rir. Criei então pequenas encenações de anedotas e depois de as testar com a família, punha as minhas criações no Youtube. Criei o meu espaço Facebook e hoje estou muito presente com os meus admiradores”.

“Profissionalmente, sou ‘serralheiro’ desde o meus desassete anos, e sou casado com dois filhos” Explicou para o lusojornal Carlos  Nogueira.

Carlos sobe a cada vez mais palcos, e também participa em festivais de humor, mas gosta também de organizar eventos, onde anima espetáculos humorísticos.

“Para mim, tudo isto que faço é também como uma terapia contra o stress e o mau estar, para mim e os outros. Quero também participar para o bem estar dos outros. Porque hoje em dia é muito corrente estarmos tristes e desamparados. Então a minha fonte de criação é ao ver os outros cómicos, principalmente ingleses, captar as mímicas entre outras coisas, e depois trabalhar os textos da minha autoria e adaptá-los com e certas encenações. É tudo para rir, pois a tristeza não paga dívidas”.

O nome de cena é um pouco a “fanhoso”. Carlinhos da Fansa explica que, por agora, “o meu público está a gostar das minhas saídas humorísticas e como tenho prazer nisso vou continuar”, finalizou ao LusoJornal.

Foi emigrante em Andorra durante onze anos e agora tem residência em Pont de Cherruy (69), perto de Lyon, onde continua a exercer a profissão de serralheiro. Nas horas perdidas, ou após o trabalho, escreve sátiras. Está disponível para todo o tipo de evento”.

 

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