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Pintura: Elisabeth Vaz expôs «Sonhos e cores» na Mairie de Lyon 1

LusoJornal / Jorge Campos LusoJornal / Jorge Campos LusoJornal / Jorge Campos LusoJornal / Jorge Campos LusoJornal / Jorge Campos LusoJornal / Jorge Campos LusoJornal / Jorge Campos LusoJornal / Jorge Campos LusoJornal / Jorge Campos

Na quinta-feira, dia 5 de abril, a pintora lusodescendente Elisabeth Vaz, organizou a sua primeira «vernissage» com cerca de vinte quadros nos espaços da Mairie de Lyon 1, com o apoio da Galeria Virtual Day2Day, de Nicolas Grousset.

Esta exposição com as pinturas de Elisabeth Vaz esteve patente ao público até ao dia 14 de abril.

Elisabeth Vaz nasceu em França, no ano de 1972, perto de Grenoble, mais precisamente em La Tronche-sur-Isère. Agora mora em St. Laurent-du-Pont, com a família. «Grenoble foi a região para onde os meus pais tinham emigrado nos fins da década de sessenta». É casada e tem três filhas. «Como casei muito cedo, as minhas filhas já são quase todas adultas, o que me permite ter tempo para a minha paixão, a pintura» explica Elisabeth Cosinha, nome de solteira, já que Vaz é o nome que ficou depois do casamento.

«Já foi pelo tarde que descobri este meu gosto pela pintura moderna e abstrata. Os meus amigos, surpreendidos pelas obras, encorajaram-me a continuar o que eu fiz, e já conto cerca de oitenta quadros realizados e muitos também já vendidos. A minha técnica preferida é a pintura a óleo, trabalhada com faca, esquadro, régua e pincel. São os utensílios que utilizo para dar forma à minha criação» disse ao LusoJornal.

Elisabeth Vaz foi descoberta por Nicolas Grousset quando apresentava as suas obras na Feira de Arte de Lyon e de seguida propôs-lhe agendar esta exposição com o nome «Sonhos e cores» que decorreu na sala do Espaço Cultura da Mairie de Lyon 1. Na exposição, a artista traduz, numa mistura de cores, os seus sentimentos de vida, sejam eles momentâneos, temporários ou duradouros.

É autodidata e nunca seguiu nenhum curso de pintura. «As cores mais vivas e coloridas traduzem a minha alegria e bem estar. As mais escuras são para os momentos mais de nostalgia e de sofrimento. Ao posicionar na tela as cores com o seu relevo, transcrevo o meu estado de alma e de temperamento. Como todos nós, tenho por vezes momentos de tudo. A minha pintura dá-me paz e não deixarei de pintar, pois para mim é como uma segunda natureza, não passa um dia que não pinte. Um retoque aqui, uma linha além, mas não paro» concluiu Elisabeth Vaz.

 

 

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