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A Secção PS de Paris reuniu-se no domingo 22 de abril para festejar o 25 de abril com alguns dias de antecedência e abordar o 22° Congresso Nacional que ocorrerá no 25, 26 e 27 de maio na Batalha.

Foi também a ocasião para o camarada Luís Fernandes apresentar aos militantes presentes as medidas tomadas pelo Governo de António Costa que tiveram repercussões positivas para a sociedade portuguesa sem deixar de contrapor com as do anterior Governo de Pedro Passos Coelho que tiveram incidências desastrosas para o país.

Portugal vem de obter os défices mais baixos da sua democracia nestes últimos anos contrariando as políticas de austeridade de um PSD que preconizava, de maneira autocrática como única saída da crise, o caminho da austeridade.

O PSD afirmava de forma categórica que a economia nacional não poderia suster aumentos salariais, pois bem, passados 2 anos, a «geringonça» aumentou os ordenados ano após ano e no entanto a economia nunca se portou tão bem como se tem portado até agora.

O desemprego que foi o maior flagelo da governação de Direita e que abriu sequelas profundas ainda percetíveis nos dias de hoje chegando a atingir os 17,3% no primeiro trimestre de 2013. As políticas ativas e estimulantes deste Governo permitiram reduzir drasticamente o desemprego para números que fariam cair de inveja muitos dos vizinhos europeus…

Muitos ainda se devem rememorar as declarações de um Primeiro-Ministro alvitrando aos Portugueses de se exilarem e a partir daí assistiu-se à saída de quatro Portugueses em cada dez de forma contínua a partir de 2012 e 2013. Esse número, para espanto de alguns, tem vindo a decrescer de forma acelerada desde então…

O ensino superior bateu novos máximos com um substancial aumento de estudantes a ingressarem nas universidades e que só na primeira fase superou os 45.000 ou seja um aumento de 5% face ao ano anterior e desse modo foi demonstrado uma vez mais o contrário do que a Direita nos queria fazer acreditar…

Quanto à saúde, ultimamente alguns defensores da tão saudosa austeridade tem propalado a ideia que o SNS (Serviço Nacional de Saúde) é o parente pobre da governação das esquerdas… Nada é mais falso, e para espanto de muitos, o orçamento subiu de 700 milhões desde a última legislatura permitindo à maioria dos Portugueses de poderem beneficiar de um médico de familia. Abertura de novos centros de saúde/USF plano trienal de reequimanto dos hospitais públicos, contratação de pessoal para os quadros (enfermeiros, médicos…), planos de modernização de hospitais (Évora, Seixal, Sintra).

Maior investimento na coesão territorial (transportes descarbonizados, autocarros elétricos/gás) na área metropolitana de Lisboa e Porto, na ferrovia (renovação das linhas completando o Portugal logístico) maior investimento no ordenamento territorial (cadastro simplificado, forças de Bombeiros de primeira intervenção, formação de mais Sapadores/GIPS, a recente lei das bases de habitação…)

Reforço do investimento nas relações exteriores, reforço da contratação de Adidos, abertura de novos mercados para novos produtos…

Mais justiça e melhor administração com o relançar do programa SIMPLEX, descentralização das competências, contratação de guardas prisionais restabelecimento de julgados da paz.

Portanto, Senhor Primeiro Ministro, podemos e devemos crer num futuro sustentável feito de trabalho, de esperança e de confiança…

 

 

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