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Os Militantes do PSD/Paris reuniram no sábado passado, em Aulnay-sous-Bois, para festejar o 44° aniversário do Partido, mas também para comemorar os 43 anos do PSD/Paris.

A reunião transformou-se num debate sobre política nacional e sobre as alterações às leis eleitorais em curso e o seu impacto nas Comunidades. Os Sociais-democratas aplaudem o recenseamento automático dos Portugueses que residem no estrangeiro, mas estão muito preocupados com a abstenção dos emigrantes.

«Quando se conhece a posição do PSD/Paris sobre o recenseamento eleitoral, só podiamos estar de acordo com a proposta de recenseamento automático dos Portugueses que residem no estrangeiro» disse ao LusoJornal o Deputado Carlos Gonçalves. «Aliás a Proposta do Governo e a Proposta do PSD sobre esta matéria eram praticamente idênticas».

A proposta de lei já foi aprovada por unanimidade em sede de grupo de trabalho, vai ser votada em Comissão parlamentar na próxima semana e «tudo indica que vai ser aprovada por unanimidade, apesar do PCP ter colocado reservas sobre um ou dois pontos, mas penso que o assunto está resolvido».

Mas os Militantes do PSD/Paris dizem-se preocupados com as metodologias de voto. «Os nossos Militantes têm receio da abstenção estrondosa que vai haver nas próximas eleições, se não for alterada a metodologia de voto» diz Carlos Gonçalves. «Nós defendemos a uniformização dos métodos de voto para todas as eleições, defendemos o voto presencial associado ao voto por correspondência e defendemos que seja feito um estudo aprofundado sobre o voto eletrónico, para viabilizar a sua aplicação».

Os Sociais-democratas de Paris abordaram ainda a questão do Espaço do Cidadão que funciona no Consulado Geral de Portugal em Paris. «Não estamos contra o Espaço do Cidadão, claro. Apenas constatamos que aquilo que nos era vendido como uma grande revolução, na prática não o é. Praticamente não faz mais atos do que pedidos de registo criminal» afirma Carlos Gonçalves ao LusoJornal.

O Deputado explica que não está contra a existência deste espaço, apenas garante que «não é a grande novidade revolucionária que diziam que era».

A inauguração deste espaço no Consulado Geral de Portugal em Paris foi feita pelo próprio Primeiro Ministro António Costa.

 

 

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