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Portugal assinou Protocolo de cooperação com a cidade de Metz

LusoJornal / Carlos Pereira LusoJornal / Carlos Pereira LusoJornal / Carlos Pereira LusoJornal / Carlos Pereira LusoJornal / Carlos Pereira

O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas assinou ontem, quinta-feira 13 de setembro, um Protocolo de cooperação tripartido com a Mairie de Metz e com a Associação Cultural Portuguesa daquela cidade.

José Luís Carneiro deslocou-se a Metz acompanhado pelo Cônsul Geral de Portugal em Strasbourg, Miguel Rita, a convite de Nathalie de Oliveira, Maire Adjointe.

Este é o quarto Acordo que o Governo português assina com autarquias francesas, depois de Pontault-Combault, perto de Paris, de Cenon, perto de Bordeaux, e de Soufflenheim, perto de Strasbourg. Mas no total, José Luís Carneiro já assinou 8 acordos, quatro dos quais noutros países.

“Neste Acordo, a autarquia de Metz reconhece, pela primeira vez, a contribuição dos Portugueses para a vida da cidade” explica Nathalie de Oliveira, visivelmente contente com o decorrer da cerimónia.

Por seu lado, o Maire Dominique Gros elogiou Portugal e os Portugueses. Diz-se “fascinado” com a Revolução do 25 de Abril, e admira “a forma como o Governo atual está a governar Portugal”.

Depois evocou a Europa e “os valores de partilha que os Portugueses transmitem às gerações mais novas” e alertou para “o período do populismo, do racismo, que nos chega dos países de leste. Isto é perigoso, não me vou calar e confio-vos esta Europa”.

José Luís Carneiro aproveitou para explicar à cerca de uma centena de Portugueses que estavam na sala, quais as principais alterações na Lei do Recenseamento eleitoral e também no próprio processo eleitoral.

Antes da assinatura do Protocolo, a Delegação portuguesa foi recebida pelo Préfet da região que, segundo o Secretário de Estado, teceu “rasgados elogios” aos Portugueses.

Visitou também o Centro Pompidou-Metz, onde foi recebido em português pelo próprio Diretor e onde evocou a possibilidade de aí programar eventos portugueses.

Visitou também o centro de inovação artística e digital “Blida”, um organismo que mostrou muito interesse em ter intercâmbios com estruturas portuguesas. Nesta organização trabalha também a lusodescendente Camille Pereira.

 

 

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