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Os filhos de emigrantes portugueses ocuparam este ano 324 vagas nas universidades nacionais, mas este número está longe de preencher a quota de 3.000 alunos, disse o Secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro.

Falando para uma plateia de Conselheiros das Comunidades, José Luís Carneiro adiantou que em número de candidatos destacam-se os de França, 67, Brasil com 47 e Venezuela com 42.

O contingente tem até mais de 3.000 vagas, lembrou o governante. “O número dos que entraram este ano duplicou o de 2015. É um sinal positivo, mas temos ainda muito para usar e estamos disponíveis para alargar esta quota se estas 3.000 vagas forem ocupadas”, afirmou.

 

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