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Tony Carreira atua no sábado em Guimarães, ainda no quadro das comemorações de 30 anos de carreira, mas depois vai fazer uma pausa “no seu percurso musical”, por tempo indeterminado. O cantor editou na sexta-feira “As canções das nossas vidas”, álbum gravado em janeiro em dois espetáculos acústicos, no Theatro Circo de Braga, no qual Tony Carreira revisita repertório antigo.

O disco, de acordo com a editora discográfica Sony, “resume o seu percurso musical” e inclui “êxitos marcantes, como ‘A Vida Que Eu Escolhi’, ‘Sonhos de Menino’, ‘Sem Ti Eu Não Sei Viver’, ‘Ai destino, ai destino’, ‘Depois de Ti (Mais Nada)’, entre muitos outros”.

Em ano de comemorações, o músico anunciou que decidiu fazer uma pausa “no seu percurso musical”.

A subida ao palco do Casino Peninsular da Figueira da Foz, a 05 de março de 1988, para participar no Prémio Nacional de Música, é considerado o início da carreira de António Manuel Mateus Antunes (Tony Carreira), do Armadouro, no concelho da Pampilhosa da Serra, e que esteve vários anos emigrado em França.

Tony Carreira, de 54 anos, começou a cantar em França, para a comunidade portuguesa, na banda “Irmãos 5”.

Em 1988, já a solo, editou o primeiro ‘single’, depois da participação no Festival da Canção da Figueira da Foz.

O primeiro álbum do cantor, “Não vou deixar de te amar”, data de 1991.

Ao longo da carreira, editou 28 álbuns, 20 dos quais de originais, e quatro DVD, nos quais ficaram registados, entre outros, concertos no Olympia, em Paris, e na Altice Arena, em Lisboa.

O cantor consegui alcançar, de acordo com informação disponibilizada no seu site, a marca de “60 discos de platina e mais de quatro milhões de discos vendidos”. Nos últimos 30 anos, “esgotou, em várias ocasiões, alguns dos mais importantes e carismáticos recintos de espetáculos do Mundo, como os incontornáveis Olympia e Zenith em Paris, o imponente Emperors Palace na África do Sul, o marcante Queen Elizabeth nos Estados Unidos, ou a mítica Brixton Academy em Londres, só para citar os mais marcantes”.

Em 2016 foi distinguido, em França, com o grau de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras e cujas insígnias lhe foram dadas pelo apresentador de televisão Michel Drucker.

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