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Dois bombeiros e uma mulher de nacionalidade espanhola morreram e pelo menos 47 outras pessoas ficaram feridas na explosão deste sábado de manhã, numa padaria no 9° bairro da capital francesa, informou a Prefeitura de Paris.

O procurador de Paris, Rémi Heitz, disse também no local que, nesta fase, as autoridades acreditam que a explosão teve “obviamente uma origem acidental, uma fuga de gás”.

“Primeiro, há uma fuga de gás, depois a chegada de bombeiros, seguida por uma explosão que causou o incêndio”, explicou.

A explosão aconteceu neste sábado de manhã, pelas 09h00, numa padaria no 9º bairro de Paris, quando os bombeiros já estavam no local a combater as chamas, e destruiu montras e vidros de janelas de habitações circundantes.

LusoJornal falou com Mara Bernard, residente brasileira em Paris, perto de onde aconteceu a explosão, que nos contou como viveu esta situação.

 

Quando ficou a saber que ocorreu uma explosão, ouviu a explosão?

Não ouvi a explosão, mas soube praticamente assim que ocorreu. Estava na rua, indo ao mercado, e recebi uma notificação no meu telefone. Tinha muitas sirenes de carros de polícia e de bombeiros, e em seguida vi helicópteros.

 

Qual foi o seu primeiro pensamento?

Perguntei-me se havia vítimas com uma explosão deste tamanho e pensei no perigo do gás. Sempre tive muito medo. Admito que não tive medo direto depois do que aconteceu.

 

O que podemos dizer daquela zona da capital?

É uma zona com pequenos comerciantes, cultural com vários teatros, residencial classe média. Há prédios antigos e contemporâneos também.

 

Tem algum receio em relação ao gás?

Sempre tive medo de gás…

 

Sic Cristina

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