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No próximo domingo, na segunda volta das eleições departamentais francesas, 60 binómios com candidatos com nomes de consonância portuguesa vão tentar ser eleitos para os Conselhos Departamentais.
Na primeira volta, cerca de 160 binómios tinham pelo menos um candidato com um nome português. De referir que dois binómios foram eleitos logo na primeira volta e 101 binómios não conseguiram passar à segunda volta da eleição.
Dos 160 binómios candidatos, havia 3 onde os dois candidatos tinham nomes portugueses: um no departamento da Haute-Garonne (31) – Céline Carneiro e Emmanuel Martins – outro no Gers (32) – David Domingues e Sylvie Moreno – e um terceiro no departamento de Essonne (91) – Claude Alves e Monique Lopes. Todos estes três binómios foram eliminados na primeira volta da eleição.
Um em cada quatro candidatos concorreu pelo RN
Os candidatos portugueses estão espalhados por todo o espetro político francês: 62 binómios candidataram-se por listas de Esquerda, 48 por listas da Direita ou do Centro (incluindo Les Républicains e partido do Presidente Emmanuel Macron, LREM), 45 por listas da Extrema Direita e 8 por listas apartidárias.
Por isso, um em cada quatro candidatos franco-portugueses concorreu pelo partido da extrema direita de Marine Le Pen, o Rassemblement National.
Os dois binómios que ganharam logo na primeira volta, um deles foi eleito no Aude (11) – Marie-Christine Bourrel e André Viola – e o outro no Lot (46) – Claire Delande Cattiaux e Christophe Proença – obtiveram 70,51% e 79,91% dos votos, respetivamente. O primeiro representa uma lista da UGE (Union à gauche avec des écologistes) e o outro é um binomio socialista.
Os departamentos da Haute Garonne (31) e do Val d’Oise (95) são os departamentos onde havia o maior número de candidatos franco-portugueses na primeira volta das eleições. Em relação à segunda volta, ainda há em cada um destes dois departamentos, 4 binómios em “ballotage”.
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Um em quatro candidatos apresentam-se sob a etiqueta RN! Talvez alguém se admire que 25% de luso descendentes partilhem as teses racistas do RN, antigo FN do hediondo JM le Pen, mas, eu não porque sempre pensei que muitos dos luso descendentes, e não só, são efetivamente RACISTAS.
Cada um tem o livre árbitro de fazer as suas escolhas, mas, se muitos se voltam para o partido da extrema direita é não têm noção do que é o fascismo. E, espero que nunca o conheçam. Caso contrário, sofreriam igualmente, como todos os outros, da falta de liberdade et vítimas de repressão. Eu considero essas pessoas, pobres de espírito.