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8 Abril, 2026

Apresentação do Volume II de “O que muitos andaram para aqui chegarmos…” na Sociedade de Geografia de Lisboa

A Sociedade de Geografia de Lisboa será palco, no próximo dia 13 de abril, da apresentação do segundo volume da obra “O que muitos andaram para aqui chegarmos…”, uma iniciativa da POEMAR, de Bruxelas. O livro apresenta testemunhos de exilados, refratários ou desertores portugueses que encontraram refúgio na Bélgica. Os testemunhos descrevem a viagem, as dificuldades que tiveram de enfrentar, mas também as solidariedades que lhes permitiram escapar à ditadura e às guerras coloniais contra as quais militavam, e ainda a vivência da libertação no 25 de abril de 1974. Um deles é o realizador João Correa que viveu algum
8 Abril, 2026

José Antunes deixa a Dyam e diz-se orgulhoso por ter dado palco internacional a muitos artistas

José Antunes, fundador da Dyam Productions e figura central da promoção da música portuguesa na Diáspora, anunciou que deixará a empresa e as digressões no próximo dia 19 de setembro, após o concerto de Sara Correia, no Folies Bergères, em Paris. Aos 67 anos, o produtor artístico encerra quase quatro décadas de atividade, num percurso que começou em 1989 e que marcou de forma decisiva a presença da música portuguesa no estrangeiro. Na mensagem que dirigiu ao público, artistas e parceiros, José Antunes descreve a Dyam como “um filho”, lembrando que a empresa nasceu quando ele próprio era “um jovem
7 Abril, 2026

Gulbenkian Paris: Apresentação do livro “A cantiga só é arma quando a luta acompanhar!”

A Delegação da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris recebe, no próximo dia 10 de abril, às 18h30, uma conferência dedicada ao papel da canção de intervenção durante a Revolução dos Cravos, com a presença do investigador Hugo Castro e do historiador João Madeira. O encontro integra o “Cycle des Rencontres de la Bibliothèque Gulbenkian” e terá lugar no 54 boulevard Raspail, na Sala do Fórum da Maison des Sciences de l’Homme. A sessão assinala a apresentação do livro “A cantiga só é arma quando a luta acompanhar! Canção e política na Revolução dos Cravos (1974-1976)”, obra em que Hugo Castro
LusoJornal | Mário Cantarinha
7 Abril, 2026

Joana Pereira a autenticidade do Fado, a emoção e um profundo sentido de pertença

O fado entrou cedo na vida de Joana Pereira. “Acho que já nasceu comigo”, conta ao LusoJornal. Foi o pai quem despertou essa veia artística, ensinando-lhe fados e poemas quando tinha apenas sete anos. A partir daí, o percurso foi natural: noites de fado, formação académica, estudos de teatro e teatro musical, e um caminho artístico que se foi cruzando entre várias áreas. Mas foi em Paris que o fado ganhou espaço profissional. “Há cerca de quatro anos fui, por acaso, a um sítio onde estavam a cantar fado. Cantei uma vez e os convites começaram a surgir”, recordou. Joana

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Dia 08 de abril, Dia Internacional das Pessoas Ciganas

1153: Afonso Henriques doa Alcobaça à Ordem de Cister. 1434: D. Duarte promulga a Lei Mental. 1815: Primeiro registo de comércio do vinho do Porto da casa Fonseca. 1895: Morre, com 52 anos, o escritor, tradutor e jornalista Manuel Pinheiro Chagas. Foi deputado pelo Partido Regenerador (1871, 1883), Ministro da Marinha e do Ultramar (1883-1886), Par do Reino (1892). 1904:

Arte

Jaques R.

Fotografia do dia: Caçador de Momentos

[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Dia 10 de abril, Dia do Golfista 1876: É fundada a Caixa Geral de Depósitos, herdeira do antigo Depósito Público. 1912: O paquete Titanic inicia a viagem inaugural, no porto de Southampton, no Reino Unido. 1954: Morre Auguste Lumière, criador do animatógrafo. Tinha 91 anos. 1976: Nasce o Diário da República, no mesmo dia em que é publicado o decreto que