O ciclista português João Almeida (UAE Emirates) confessou-se “muito orgulhoso” por ter terminado em quarto lugar a 111ª edição da Volta a França, conquistada pelo seu companheiro esloveno Tadej Pogacar pela terceira vez.
“O foco foi sempre ganharmos o Tour com o Tadej e conseguimo-lo. Assim que tivemos a classificação um pouco mais confirmada e sem haver riscos, a equipa começou a proteger-me um pouco mais. Fizemos todos um trabalho excelente e estou muito orgulhoso”, declarou João Almeida, à chegada ao Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.
O ciclista luso estreava-se na ‘Grande Boucle’ e tornou-se, face ao resultado obtido, no segundo melhor ciclista português de sempre na prova, depois de Joaquim Agostinho, que em 1978 e 1979 se classificou em terceiro lugar.
João Almeida, de 25 anos, vai ainda participar este ano na Volta a Espanha, que parte de Portugal, e salienta que o objetivo é um lugar no pódio, apesar de não esperar facilidades. “Gostava de terminar no pódio. Claro que é difícil, mas vou dar o meu melhor e estou confiante”, frisou, destacando que o facto de a prova começar em território luso foi decisivo para estar presente na Vuelta.
Com o quarto lugar final na classificação geral da Volta à França, João Almeida alcançou a proeza de garantir a presença no ‘Top 5’ das três grandes voltas, após ter terminado a Volta à Espanha de 2022 na quinta posição e a edição de 2023 da Volta à Itália no terceiro posto.
Face à experiência angariada, o atleta natural de A-dos-Francos, Caldas da Rainha, sonha um dia vencer uma grande volta. “Qualquer uma das grandes três, se eu as pudesse ganhar escolheria qualquer uma, não há nenhuma que fosse um mau resultado. Claramente que a Volta à França é a principal, acho que em termos mediáticos está bastante acima de todas as corridas, mas tenho um sentimento especial com o ‘Giro’, gosto muito de o fazer e ganhá-lo seria um sonho tornado realidade”, reconheceu.
Por fim, João Almeida pronunciou-se sobre os Jogos Olímpicos Paris’24, garantindo não sentir qualquer frustração pelo facto de não disputar a prova. “Não, de todo. Acho que até é melhor para mim, não tenho muito tempo. Acabei de correr o Tour e acho que correr para a geral é um bocadinho diferente, todos os dias no limite físico e mental. Então, vou ficar em casa a preparar melhor a Volta a Espanha, acho que é muito melhor”, assumiu.








Meu caro amigo e colega de profissão.
Não tenho nada contra o seu trabalho, o Luso Jornal está perfeitamente bom, só algo que me tirou atenção. É que antes via o luso jornal em papel que despertava todos os seus leitores, os seus repórteres (eu9 em primeira linha. estávamos em cima de todos os acontecimentos, e hoje o Luso Jornal está sempre à boleia dos outros órgãos da comunicação social, para editar os acontecimentos.
Não sei se está de acordo. Mas é o único reparo que quero fazer. Senão, força que eu apesar de estar longe o vou acompanhando.
Boa continuação e um abraço.
Passe por minha casa quando tiver oportunidade.
Alfredo Cadete, jornalista desportivo