Dia 03 de fevereiro


1468: Data provável da morte do artesão e inventor alemão Johann Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg, Johann Gutemberg, criador da impressora.

1480: Nasce o navegador Fernão de Magalhães, que fica para a história como o primeiro homem a empreender a primeira e bem-sucedida viagem de circum-navegação, sob a proteção de Carlos I de Espanha.

1488: Bartolomeu Dias dobra o Cabo das Tormentas, mais tarde conhecido por Cabo da Boa Esperança.

1536: Morre, aos 66 anos, o poeta e cronista Garcia de Resende, compilador do Cancioneiro Geral, publicado em 1516.

1809: Nasce o compositor, pianista e maestro alemão Jakob Ludwig Felix Mendelssohn-Bartholdy, Felix Mendelssohn. Entre suas obras mais famosas estão a “Abertura de Sonho de uma noite de verão” (1826) e “Sinfonia italiana” (1833).

1915: Grande Guerra de 1914-1918. Tropas expedicionárias portuguesas partem para Angola.

2003: Morre, com 64 anos, o cineasta João César Monteiro, realizador de “Veredas”, “Recordações da Casa Amarela”, “Vai e Vem”, Leão de Prata, Grande Prémio do Júri e Prémio da Crítica, em Veneza.

2011: Morre, com 58 anos, a atriz francesa Maria Schneider, protagonista, ao lado de Marlon Brando (1924-2004), de “Último Tango em Paris” (1972).

2017: Morre, com 66 anos, a brasileira Letícia Lula da Silva, ex-primeira dama do Brasil.

2020: A Deputada Joacine Katar Moreira passa a exercer o mandato como deputada não inscrita, deixa de representar o Livre, partido pelo qual foi eleita e que lhe retirou a confiança política.

2022: Morre, com 79 anos, Lauro António, crítico de cinema, programador, ensaísta e realizador, autor do livro “Cinema e Censura em Portugal”. Em 2018, recebeu o Prémio Carreira do Fantasporto, foi distinguido pela Academia Portuguesa de Cinema com um prémio Sophia de carreira e condecorado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

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Este é o trigésimo quarto dia do ano. Faltam 331 dias para o termo de 2026.

Pensamento do dia: “Que pensar de tudo isto? Em primeiro lugar, que a vida está má para os pobres. Depois que vivemos todos muito ocupados, nisto ou naquilo, inclusive na falta de ocupação”. João César Monteiro (1939-2003), cineasta português.