1583: Morre Fernão Mendes Pinto, aventureiro, combatente, viajante, autor de “Peregrinação”.
1709: O padre jesuíta Bartolomeu de Gusmão apresenta a D. João V, em Lisboa, o projeto da máquina voadora, com um protótipo que larga na sala dos embaixadores da Casa da Índia, no Terreiro do Paço.
1786: Os alpinistas Michael Gabriel-Paccard e Jacques Balmat atingem pela primeira vez o ponto mais alto dos Alpes, o Mont Blanc.
1912: O general Norton de Matos, Governador-geral de Angola, funda a cidade de Nova Lisboa no planalto do Huambo.
1944: II Guerra Mundial. O 1.º Exército canadiano avança para Falaise, França.
1978: Morre, com 45 anos, o poeta português Ruy Belo, autor de “País Possível”.
2009: Morre, aos 79 anos, Raul Solnado, ator de revistas, comédias e telenovelas. Desde o palco da Sociedade Guilherme Cossul, Solnado tornou-se primeira figura em diversas revistas do Parque Mayer, em Lisboa, ao lado de nomes como António Silva, Humberto Madeira e Vasco Santana. “A guerra de 1914/1918” ou “É do inimigo?” tornaram Raul Solnado um nome de primeiro plano da cena portuguesa.
2012: Os canoístas Fernando Pimenta e Emanuel Silva conquistam a primeira medalha olímpica (medalha de prata), nos Jogos Olímpicos Londres2012, Inglaterra.
2016: A judoca Telma Monteiro conquista a medalha de bronze Jogos Olímpicos Rio2016, Brasil.
2019: Morre, com 86 anos, Jean-Pierre Mocky, ator e realizador francês. Para garantir a exibição dos seus próprios filmes, à margem das grandes distribuidoras, comprou em 1994 a sua própria sala de cinema, Le Brady, em Paris, que vendeu no auge da crise, em 2011.
2022: Morre, com 73 anos, Olivia Newton-John, cantora e compositora britânica naturalizada australiana. O seu nome foi imortalizado no cinema ao lado de John Travolta no musical “Grease” (1978). Fundou em 2008 o Olivia Newton-John Cancer and Wellness Centre em Melbourne, na Austrália.
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Este é o ducentésimo vigésimo primeiro dia do ano. Faltam 145 dias para o termo de 2024.
Pensamento do dia: “Tomem os homens motivo de não desanimarem com os trabalhos da vida, porque não há nenhuns com que não possa a natureza humana”. Fernão Mendes Pinto (1510-83), escritor e viajante português.




