1471: João de Santarém e Pedro Escobar descobrem a ilha do Príncipe.
1562: Michel de L’Hopital promulga o Édito de Saint Germain, que reconhece os direitos dos huguenotes (protestantes), em França.
1601: A capital espanhola é transferida de Madrid para Valladolid.
1706: Nasce Benjamin Franklin, cientista, filósofo, político e diplomata, nome chave na independência dos Estados Unidos da América.
1773: O explorador britânico James Cook é o primeiro homem a atravessar o Círculo Polar Antártico.
1912: O explorador britânico Robert Scott chega ao Polo Sul.
1917: Grande Guerra de 1914-1918. Começa a formação do Corpo Expedicionário Português.
1917: Os Estados Unidos compram as Ilhas Virgens à coroa dinamarquesa por 25 milhões de dólares, a transferência foi feita a 31 de março.
1986: O Reino Unido e a França chegam a acordo na ligação dos dois países através do Canal da Mancha.
1991: Às 02:40 de Bagdad, começa a primeira Guerra do Golfo. Durante as primeiras horas da operação Tempestade no Deserto, 2.500 bombardeiros lançam 18.000 toneladas de bombas sobre o Iraque e o Kuwait.
1995: Morre, com 87 anos, o escritor Miguel Torga, pseudónimo do médico Adolfo Coelho da Rocha, autor de “A Criação do Mundo”.
1997: A polícia francesa prende, perto de Bordeaux, Luís Urrusolo Sistiaga, alegado dirigente da organização terrorista basca ETA.
2011: Morre, com 91 anos, o romancista francês Jean Dutourd. Em 1946 é publicada a sua primeira obra, Le Complexe de César, em 1950, ganhou o Prémio Courteline com A Dog’s Head e, em 1952, o Prémio Interallié com Au Bon Beurre, Cenas da Vida sob a Ocupação.
2014: Morre, com 85 anos, em França, o poeta, filosofo, ensaísta e professor José Terra pseudónimo de José Fernandes da Silva. Cofundador da revista “Árvore: – folhas de poesia” (1951-1953).
2022: Morre, com 67 anos, Armando Gama, cantor e produtor, vencedor do Festival RTP da Canção com “Esta Balada que te Dou”,em 1983.
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Este é o décimo sétimo dia do ano. Faltam 349 dias para o termo de 2026.
Pensamento do dia: “Devemos aprender a pensar contra as nossas dúvidas e as nossas certezas… Devemos aceitar o indemonstrável, a ideia de que alguma coisa existe… O nada era, sem dúvida, mais cómodo”. E. M. Cioran (1911-95), escritor francês de origem romena.




