1501: Data provável para o regresso da armada de Pedro Álvares Cabral a Lisboa, depois da descoberta do Brasil e da viagem à Índia, onde assinou o primeiro acordo comercial com o potentado de Calecute.
1750: Morre, aos 61 anos, D. João V, fundador da Academia Real de História, da escola cirúrgica do Hospital Real de Todos os Santos e do Seminário da Patriarcal.
1784: Morre, aos 70 anos, Dennis Diderot, escritor, filósofo e enciclopedista francês, autor de “A Religiosa”, figura maior da Idade das Luzes.
1814: O Papa Pio VII restitui, “no mesmo estado antigo”, o património da Companhia de Jesus.
1872: Nasce o poeta Ângelo Lima, nome da revista Orpheu, diretor artístico da Geração Nova.
1886: Morre, aos 74 anos, o compositor e pianista húngaro Franz Liszt.
1912: Nasce o economista norte-americano Milton Friedman. Prémio Nobel da Economia em 1976.
1928: A Direção-Geral de Segurança Pública é extinta, definitivamente, e toma o nome de Intendência-Geral de Segurança Pública. O coronel Mouzinho de Albuquerque é o primeiro Intendente-Geral.
1944: Morre, aos 43 anos, num voo de reconhecimento durante a II Guerra Mundial, o escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, autor de “O Principezinho”.
1963: O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) aprova a resolução que condena a política colonialista de Oliveira Salazar.
1995: A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lança a lotaria instantânea (raspadinha).
2001: Morre, com 87 anos, o marechal Francisco da Costa Gomes, Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas entre 1973 e 1974, membro da antiga Junta de Salvação Nacional e Presidente da República Portuguesa de 1974 a 1976.
2002: A escritora Maria Velho da Costa recebe o Prémio Camões, em Brasília, Brasil
2017: Morre, aos 89 anos, Jeanne Moreau, atriz francesa, trabalhou com os realizadores Philippe de Broca como Bertrand Blier, com Manoel de Oliveira e com Luc Besson.
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Este é o ducentésimo décimo terceiro dia do ano. Faltam 153 dias para o termo de 2025.
Pensamento do dia: “É dever do homem justo fazer guerra a todo o privilégio não merecido, na certeza de que se trata de uma guerra sem fim”. Primo Levi (1919-87), escritor e cientista italiano.




