
O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, visitou esta sexta-feira o Consulado Honorário de Portugal em Orléans, aproveitando a deslocação àquela cidade para inaugurar a Foire d’Orléans, que tem Portugal como país convidado de honra.
O membro do Governo com a tutela das Comunidades esteve acompanhado pela Cônsul-Geral Adjunta de Portugal em Paris, que, por sua vez, tutela o Consulado Honorário em Orléans e também estava presente o Adido de Segurança Social da Embaixada de Portugal, Pedro Pacheco, o Deputado Carlos Gonçalves e o Assessor de Emídio Sousa, Vítor Oliveira.
“O Consulado em si funciona bem, apesar de não ter Cônsul Honorário. Tem gente com muita competência que tem dado uma boa resposta, não temos nenhuma reclamação do serviço que lhe é prestado” garante Emídio Sousa em declarações ao LusoJornal.
Desde que foi decidido encerrar o Consulado de Portugal em Orléans, no início dos anos 2000, foi criado um Consulado Honorário e o Cônsul Honorário nomeado foi José de Paiva, o antigo número 2 da AICEP em Paris. Mas quando José de Paiva se mudou definitivamente para o Mónaco, a escolha de Portugal para ocupar a função de Cônsul Honorário não foi aceite pelo Quai d’Orsay e desde então o lugar continua vago.
“Sei que a história do Consulado de Orléans teve algumas peripécias e chegou a ser colocada a hipótese de encerramento há uns anos atrás, porque está muito próximo de Tours, a cerca de 100 km, e muito próximo de Paris. Muitas vezes esta distância relativamente curta, faz com que, por razões de economia de recursos e às vezes porque não há recursos, haja essa tendência para encerrar” disse Emídio Sousa ao LusoJornal.
Mas garante que “para já está garantido, funciona bem, mesmo não tendo um Cônsul Honorário. O importante é o serviço que presta aos cidadãos portugueses e à nossa Comunidade e, repito, a informação que levo das várias interpelações que fiz, é que o posto está a dar uma resposta eficaz e isso é que é o mais importante”.






