O esquiador português Emeric Guerillot considerou que o 38º lugar hoje no slalom gigante dos Jogos Olímpicos de inverno Milão-Cortina2026 “é uma consagração”, com melhoras na segunda manga.
“É uma consagração fazer este resultado em slalom gigante, que nem sequer é a minha disciplina favorita, nem aquela em que sou mais forte. A pista era bastante difícil, bastante longa, mas consegui sair-me bastante bem e espero repetir isto no slalom”, disse Emeric Guerillot, em declarações ao Comité Olímpico de Portugal.
O esquiador lusodescendente, de 18 anos, nascido em França, analisou as duas mangas disputadas hoje na pista Stelvio, em Bormio, e destacou mais o resultado que conseguiu na segunda passagem (01.16,58 minutos) e que o fez subir na classificação geral.
“Na segunda manga, aí sim, esquiei mesmo muito bem, consegui fazer o meu esqui. Estou muito contente com aquilo que fiz. E no final, em termos de classificação, fiquei mesmo muito bem colocado: 38º lugar, quando tinha partido com o dorsal 57 na primeira manga”, referiu.
Mesmo na primeira manga (01.22,87), o esquiador considerou ter conseguido fazer o seu esqui e que não ficou longe, o que o deixou satisfeito, por também superar alguns adversários que costumam ser mais fortes.
Emeric Guerillot fechou com o tempo de 2.39,45 minutos no total das duas mangas, a 14,45 do campeão olímpico.
O franco-português vai ainda disputar nestes Jogos Olímpicos de inverno a competição de slalom, na segunda-feira, com a irmã Vanina Guerillot a estar presente no slalom gigante, já no domingo, e também no slalom, na terça-feira.
No slalom gigante, o dia foi para a história, com o Lucas Pinheiro Braathen, filho de pai norueguês e mãe brasileira, a conseguir a primeira medalha da história em Jogos Olímpicos de inverno para a América do Sul.






