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Nas Eleições legislativas de 30 de janeiro, os eleitores de França foram aqueles que mais votaram nos dois círculos eleitorais da emigração. O LusoJornal congratula-se com o aumento significativo de votantes de França e considera ter dado um importante contributo para este aumento de votantes.
“Durante cerca de um mês, o LusoJornal fez um importante trabalho de informação, entrevistando todos os candidatos, independentemente das cores partidárias que representavam, coorganizou debates, fez tertúlias sobre as eleições legislativas e publicou muitos artigos” explica Carlos Pereira, Diretor do LusoJornal. “Este foi um trabalho de informação gratuito – porque o LusoJornal não é uma empresa pública – com parcos meios, mas acabou por dar os resultados que estão à vista. Imagine-se o que teríamos feito se a Comissão Nacional de Eleição tivesse trabalhado connosco, dando-nos meios para irmos mais longe”.
Carlos Pereira explica que “o grande problema das eleições é a informação. Quem decide, em Lisboa, parte do princípio que, no estrangeiro, toda a gente vibra com as eleições, como vibra quem vive em Portugal. Mas aqui não é o caso, se não somos nós a dar esta informação, ninguém mais dá” afirma o jornalista que dirige o LusoJornal desde 2004. “É pena que Lisboa insista em ignorar o nosso trabalho, o trabalho dos órgãos de comunicação social portugueses no estrangeiro”.
Aliás, durante esta campanha eleitoral, as Comunidades portuguesas foram completamente apagadas dos debates em Portugal.
Desde a sua fundação, o LusoJornal empenhou-se na promoção da participação cívica dos Portugueses residentes em França.
Ainda este ano, para além das eleições Legislativas portuguesas que agora tiveram lugar, o LusoJornal vai cobrir jornalisticamente as eleições Presidenciais francesas de abril, as eleições Legislativas francesas de junho e, se tiverem lugar, as eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas.
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