No passado dia 24 novembro teve lugar em Strasbourg, uma cerimónia de lançamento do livro “Caminhos Globais” de Marta Henriques Pereira, organizada pela Missão de Portugal junto do Conselho da Europa e com a presença do Cônsul-Geral de Portugal na capital Alsaciana.
O livro acompanha o percurso de 67 funcionários portugueses de organizações e instituições internacionais, estando a ser promovido em Bruxelas, Luxemburgo, Paris, Genebra, Nova Iorque e, em Portugal, Lisboa, Porto e Funchal. A cerimónia teve lugar no Palácio do Conselho da Europa e contou com a participação de diversos portugueses radicados em Strasbourg, designadamente funcionários de organizações e instituições internacionais como o Parlamento Europeu, Conselho da Europa e Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
O projeto Caminhos Globais nasceu na sequência da Resolução do Conselho de Ministros nº 132/2022, que define a política de apoio às carreiras internacionais e tem sido transposto como podcast disponível em todas as plataformas (incluindo RTP Play) e no site do Instituto Diplomático, e como livro publicado pela Leya, contanto com prefácio de António Vitorino.
Marta Henrique Pereira, fundadora e Presidente da Associação REDE de Portugueses em Organizações Internacionais, tem, em parceria com o “Na Minha Terra”, produzido e divulgado conteúdos audiovisuais sobre cada etapa da digressão, acompanhados por um cartão publicitário de 10 segundos a passar no início, no intervalo e no fim de cada programa.
O Cônsul-Geral Luís Brito Câmara também foi entrevistado por Marta Henrique Pereira para fazer parte da série documental “Caminhos Globais” que será produzido com o apoio do canal “Na Minha Terra” e da RTP Internacional.
A entrevista foi focada essencialmente na Língua Portuguesa, no facto de ser uma das línguas mais faladas no mundo por quase 300 milhões de pessoas em 4 continentes, devendo ser elevada a língua oficial da ONU, e foi destacada a importância da língua portuguesa como veículo de comunicação, cultura, conhecimento e aproximação entre povos.
“Neste contexto, foi sublinhado que os funcionários portugueses nas organizações instituições internacionais contribuem não só para reforçar a língua portuguesa no multilateralismo, pilar fundamental da política externa portuguesa, como agem igualmente como instrumentos de enriquecimento da Humanidade através da visão lusófona do mundo que contém a Língua Portuguesa” disse o Cônsul-Geral de Portugal em Strasbourg ao LusoJornal.







