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“Negra não canta no Municipal!” Poderia ser este o cartão de visita de Maria d’Apparecida, a grande cantora lírica brasileira, admirada por Jorge Amado e Carlos Drummond. Ela ouviu essa frase no início da carreira antes de encontrar o merecido reconhecimento internacional em Paris. É então a vida de Maria d’Apparecida que a jornalista e escritora brasileira Mazé Torquato Chotil conta no seu mais recente livro “Maria d’Apparecida negroluminosa voz”.
A vida de Maria d’Apparecida começou periclitante – a sua mãe engravidou do patrão, sendo de imediato despachada para outra casa – e, depois de atingir o estrelato, terminou em 2017, aos 91 anos de idade, sozinha, morta na banheira do seu apartamento parisiense.
Uma vida dedicada à música, mas também ao cinema e à rádio, tendo sido igualmente musa do pintor francês Félix Labisse que a retratou em pelo menos 14 quadros.
Entrevista realizada no quadro do programa «O livro da semana» na rádio Alfa, apoiado pela Biblioteca Gulbenkian Paris
Próximo convidado: Nicolas Barral, autor de “Sur un air de Fado / Ao som do Fado”
Quarta-feira, 03 de fevereiro, 8h30
Domingo, 07 de fevereiro, 14h25
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