LusoJornal | Mário Cantarinha

Opinião: A Presidência da República não pode continuar a ser um cargo decorativo


Portugal atravessa um tempo em que os cidadãos sentem que o país já não lhes pertence.

A política afastou-se do povo, a justiça é lenta, o Estado falha nas suas funções essenciais e quem trabalha sente que nunca é recompensado.

Isto não é apenas crise habitacional ou económica, é crise de confiança.

A Presidência da República não pode continuar a ser um cargo decorativo, distante da realidade das pessoas.

Precisa de voltar a ser voz firme da Nação, o garante da soberania, da Constituição e da dignidade dos portugueses residentes e da diáspora.

A candidatura de André Ventura representa isso: rutura e resignação, coragem contra o conformismo, autoridade moral contra o sistema instalado. Representa um Presidente que não se esconde, que fala claro, que enfrenta injustiças e que não vira as costas ao povo quando mais precisa.

Portugal precisa de um Presidente como André Ventura – que defenda quem trabalha, quem produz, quem respeita a lei e quem ama este país, um Presidente que não se dobre de interesses pessoais, partidários, e que não viva fechado em palácios, mas que esteja presente nas ruas, nas fábricas, nas aldeias, e nas Comunidades emigrantes.

Chega de discursos vazios.

Chega de promessas que nunca chegam à vida real.

Com André Ventura como Presidente a servir o seu povo e não os amigos pessoais.

Esta candidatura de André Ventura é muito mais do que uma escolha política. É um grito de dignidade, é um grito de desespero de Portugal que está a desaparecer, é um ato de coragem e de dignidade, é um compromisso de um Homem que ama Portugal e os portugueses.

.

José Dias Fernandes

Deputado do Chega, eleito pelo círculo eleitoral da emigração