LusoJornal | Mário CantarinhaOpinião: A Presidência da República não pode continuar a ser um cargo decorativo_LusoJornal·Opinião·31 Janeiro, 2026 Portugal atravessa um tempo em que os cidadãos sentem que o país já não lhes pertence. A política afastou-se do povo, a justiça é lenta, o Estado falha nas suas funções essenciais e quem trabalha sente que nunca é recompensado. Isto não é apenas crise habitacional ou económica, é crise de confiança. A Presidência da República não pode continuar a ser um cargo decorativo, distante da realidade das pessoas. Precisa de voltar a ser voz firme da Nação, o garante da soberania, da Constituição e da dignidade dos portugueses residentes e da diáspora. A candidatura de André Ventura representa isso: rutura e resignação, coragem contra o conformismo, autoridade moral contra o sistema instalado. Representa um Presidente que não se esconde, que fala claro, que enfrenta injustiças e que não vira as costas ao povo quando mais precisa. Portugal precisa de um Presidente como André Ventura – que defenda quem trabalha, quem produz, quem respeita a lei e quem ama este país, um Presidente que não se dobre de interesses pessoais, partidários, e que não viva fechado em palácios, mas que esteja presente nas ruas, nas fábricas, nas aldeias, e nas Comunidades emigrantes. Chega de discursos vazios. Chega de promessas que nunca chegam à vida real. Com André Ventura como Presidente a servir o seu povo e não os amigos pessoais. Esta candidatura de André Ventura é muito mais do que uma escolha política. É um grito de dignidade, é um grito de desespero de Portugal que está a desaparecer, é um ato de coragem e de dignidade, é um compromisso de um Homem que ama Portugal e os portugueses. . José Dias Fernandes Deputado do Chega, eleito pelo círculo eleitoral da emigração