LusoJornal | António BorgaOpinião: Seguro é fixe!Nathalie de Oliveira·Opinião·10 Janeiro, 2026 Apoio a candidatura presidencial de António José Seguro com sinceridade e entusiasmo como sempre o apoiei desde tempos remotos carregados de adversidades políticas. Faço-o inteiramente segura pela sua personalidade e pelo seu percurso. António José Seguro tem uma vida profissional, política, militante repleta de provas dadas, capaz de unir sob os auspícios de princípios e valores calcados com fúria em toda a parte deste mundo onde a democracia sofre golpes inimagináveis e talvez fatais. Em plena consciência, com aquela esperança que é a última a morrer e com a força genuína da convicção, vou votar em António José Seguro, um homem moderado em tempo de populismos vertendo ódios pelos inúmeros ecrãs que possam existir dia e noite, um homem de diálogo em alturas de radicalismos sem vergonha até ferir e matar vidas humanas inocentes por ser “assim ou assado”. Um homem transparente sem ego doentio ou traço de carácter demagógico que ama a democracia como poucos candidatos demasiado formatados por posturas já vistas e revistas. Onde Presidentes de países sonham em dominar o mundo contra todo o respeito que se deve ao Direito Internacional e à soberania de cada país e ao projeto de paz para toda/os, António José Seguro sonha com melhorar Portugal e servir o seu povo. A sua candidatura abriu um espaço que nenhum outro candidato proporciona: que é o espaço do humanismo, da tolerância e do pluralismo, condições basilares de uma democracia como de uma sociedade em movimento onde o compromisso para o progresso se concretiza todos os dias, onde o Estado social garante as liberdades individuais sob a autoridade suprema da Constituição, desenhando uma visão e uma orientação da ação pública acertadas do nosso Presidente da República no próximo ciclo político. Somente António José Seguro é o garante deste nosso legado político e ideológico para um futuro digno e mais feliz! António José Seguro está mais do que preparado para responder aos perigos que nos ameaçam. O surto do populismo ultrapassou todas as fronteiras e todos os limites. Portugal já não é imune ao fascismo dormente. Em Portugal, na Assembleia da República como em demais instituições, há quem se “esfregue as mãos” (Extrema-Direita e Direita) antevendo uma reforma constitucional para mais autoritarismo, “mais ordem” e menos democracia. Por conseguinte, face ao perigo de ver a democracia esmorecer, precisamos de um protagonista que impeça retrocessos civilizacionais em muitas áreas da nossa vida coletiva em um tempo recorde. António José Seguro é o único candidato que pode passar à segunda volta para permanecer e seguir no lado certo da história democrática portuguesa. António José Seguro será um Presidente capaz de unir Portugal dentro e fora porque gosta e sabe ouvir e agir com responsabilidade. Saberá assumir uma magistratura de grande influência sem arrogância, sem atitudes excessivas e execráveis exercendo o cargo com o maior sentido de Estado, capaz de zelar pela estabilidade política e institucional sem desistir da devida vigilância democrática. António José Seguro é liberto de qualquer amarra. Tanto precisamos de uma Presidência que seja convicta, serena e segura, colocando os portugueses onde quer que estejam a viver no centro das prioridades de Belém, em dias onde todos alegam pela divisão, é importante UNIR Portugal. UNIR Portugal é UNIR Portugal às suas Comunidades. Consta no programa da candidatura do António José Seguro em dez propostas bem-vindas. A primeira relembra os direitos políticos e a participação cívica defendendo a harmonização dos métodos de votação, ficando atento à possibilidade do voto remoto eletrónico, sendo o apoio ao associativismo um ponto de encontro entre todos porque “Mais portugueses a votar é mais democracia”. Segue uma proposta de apoio ao ensino da língua e Cultura portuguesas junto dos jovens lusodescendentes porque “falar português é abrir portas de Portugal no Mundo”. Mais e melhor serviço consular com mais proximidade e boas práticas porque “menos burocracia é um Estado que funciona” sem esquecer em valorizar quem serve Portugal no estrangeiro porque “Serviços melhores começam por valorizar quem os presta”. Cabe também promover pontes entre a diáspora e o tecido económico nacional via missões presidenciais, porque os portugueses no Mundo são embaixadores e investidores do nosso futuro. “A hora de regressar a Portugal deve coincidir com uma fiscalidade e segurança social justas”. Por isso, António José Seguro tenciona criar um Prémio Juventude lusodescendente para dar uma especial e devida atenção às novas gerações de portugueses nascidas em Portugal ou fora, mas que nutre uma ligação vital e efetiva com a Pátria. A oitava proposta não esquece quem se encontra em situação de vulnerabilidade social e garante proteção a cada cidadão que se encontre fora porque “Portugal protege os seus, em qualquer lugar”. A penúltima e nona proposta assume que “a nossa língua, ciência e cultura são marcas únicas que ninguém copia”, dando valor às gerações lusodescendentes em plena reconquista da sua história como do seu futuro. A décima e última proposta reconhece e honra-se da decisão de envolver a nossa diáspora para colaborar na construção do futuro de Portugal porque “o Mundo é a nossa rede e Portugal é a nossa casa comum”. Para sempre! Será connosco ou nunca será. Por todas estas razões e tantas mais, voto em António José Seguro e apelo a votar para o nosso futuro Presidente da República. Isso, nos dias 17 e 18 de janeiro, no Consulado mais próximo da sua casa. Pois, o voto é presencial. É verdade: António José Seguro é fixe! Votem António José Seguro para um futuro seguro! Viva António José Seguro! Viva Portugal! . Nathalie de Oliveira Ex-Deputada (OS) eleita pelo círculo eleitoral da emigração da Europa Ex-Maire-Adjointe de Metz