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O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, disse ao LusoJornal que gostava que o debate sobre o voto eletrónico fosse alargado à sociedade civil. “Espero que essa reflexão seja feita na Assembleia da República e também fora da Assembleia da República, obviamente, porque essa discussão será útil para melhor compreendermos e também para quem tem de decidir, melhor decidir” disse numa entrevista ao LusoJornal.
Embora tivesse dito que “a minha opinião neste caso conta pouco, porque não sou eu que vou votar ou deliberar sobre a alteração à Lei sobre o voto eletrónico. Essa competência, como sabe, é da Assembleia da República”, o Secretário de Estado acrescentou que “não foge à pergunta”.
“Aquilo que temos de ter cautela, e eu penso que os Deputados também terão, é que têm de ser criadas as condições para o voto eletrónico. Não é ser contra o voto eletrónico, mas têm de ser criadas as condições para que o processo seja fiável” disse Paulo Cafôfo. “Temos um exemplo em França em que no círculo eleitoral dos 8 Deputados fora do território francês, quatro Deputados terão de ser novamente sujeitos a eleições por fraude ou por falhas, a verdade é que o sistema falhou e é com isso que nós temos de aprender”.
O debate está atualmente na Assembleia da República e o voto eletrónico tem sido fortemente solicitado pelas Comunidades portuguesas. No mês passado, os Deputados do Partido Socialista vieram a público dizer que o PS afastava a hipótese do voto eletrónico e mais tarde apresentaram uma proposta de voto eletrónico presencial.
“Todos queremos que haja um aumento da participação destes nossos compatriotas, mas é preciso alguma cautela com os exemplos que temos, em França e na Suíça, e é essa a relação que tem de ser feita” concluiu Paulo Cafôfo.
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Claro e mais que claro o voto eletrónico tem de vir ou mais cedo ou mais tarde, de que estão a espera? porque tanta desculpa de mau pagador A diaspora mundial representa um terso dos votantes, que neste momento não tem praticamente direito a votar nao esqueçam que no continente as mesas de votam estão em media a 10/15km, mas fora do continente hà gente a mais de 500 km. Acabem com essas desculpas de que o eletrónico nao é seguro, só nao é se nao quiserem existem meios de segurança muito mais fiáveis e economicus que o voto presencial, assim o ministério queira, deixem de tomar os cidadãos por parvos, porque eles jà nao se acreditam.