Secretário de Estado das Comunidades quer criar comunidade económica dos Portugueses


O Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas estabelece como “grande ambição” para o seu mandato criar uma “comunidade económica dos portugueses”.

O embrião desta intenção vai ser o Fórum Portugal Nação Global que se realiza nos dias 29 e 30 de abril, no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa e que pretende reunir empresários da diáspora com empresários nacionais e entidades públicas, fomentando assim oportunidades de negócio.

“Isto é um Fórum de Negócios. O que eu pretendo é colocar o homem de negócios da diáspora a falar com o homem de negócios português. E entre eles que se entendam, o negócio já não é com o Governo, o negócio é entre os empresários, é entre os homens de negócios. Eu penso que isto aqui abre uma nova perspectiva” assume o Secretário de Estado.

Entrevistado pela jornalista Rosário Lira no programa Decisão Nacional da RTP internacional, Emídio Sousa revelou que já há empresários de 40 nacionalidades representados no Fórum Portugal Nação Global e que espera que o número de inscritos seja superior aos 300 previamente definidos como meta. “As 40 nacionalidades, que era o nosso objetivo inicial, já estão. Já temos representantes de 40 países. Eu espero que até ao final do mês, ao fazer esse balanço, que o número ainda aumente. Portanto, as coisas estão a ocorrer muito bem” diz Emídio Sousa. “Nós temos um objetivo, fixamos metas. Este é sempre um processo ainda muito prospetivo, porque nunca se fez nada desta envergadura e nestes termos. Não temos um histórico. Seria imprudente, estar a referir números de participantes… 1.500, 2.000, 2.500…”

O Secretário de Estado considera que o encontro que está a ser organizado vai ser “totalmente diferente” das experiências anteriores que juntaram empresários e que segundo considerou não foram bem-sucedidas. “Eu diria que, no fim de contas, a grande ambição é criarmos uma comunidade económica dos portugueses. Muitos até poderão não estar interessados em investir em Portugal, podem não estar interessados em ter negócios com empresas portuguesas, mas ao trazê-los cá podemos estar a despertar essa vontade, esse sentimento e esse conhecimento” garante o Secretário de Estado.

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