Lusa | António Cotrim

União Europeia/40 anos: Luís Montenegro defende que adesão foi “escolha estratégica” que modernizou Portugal


O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, defende que a adesão de Portugal à União Europeia (UE), há 40 anos, foi uma “escolha estratégica” que consolidou a democracia, abriu a economia e modernizou o país.

Também nas redes sociais, o Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, celebra esta data como “um dia que significou democracia, desenvolvimento e coesão”.

Numa mensagem publicada na rede social X, o Primeiro-Ministro assinala que Portugal se tornou “membro pleno” da então Comunidade Económica Europeia (CEE) há 40 anos.

Luís Montenegro afirma que Portugal “encontrou um novo sentido para a sua vocação europeia” e que “essa escolha estratégica permitiu que o país se desenvolvesse, crescesse e convergisse no espaço europeu”.

“Consolidou também a nossa democracia, abriu a economia, modernizou o país e projetou-nos na Europa e no mundo. Hoje, na UE, continuamos a trabalhar para um Portugal mais próspero e para uma União mais forte e mais coesa. Pelo futuro de Portugal e pelo sucesso da UE”, acrescenta o chefe do Governo PSD/CDS-PP.

Por sua vez, José Pedro Aguiar-Branco publicou mensagens no Facebook e no Instagram, com uma foto de Mário Soares enquanto Primeiro-Ministro a assinar o Tratado de adesão à CEE, e o seguinte comentário: “Um dia que mudou a nossa História. Um dia que significou democracia, desenvolvimento e coesão.”

O Presidente da Assembleia da República, Deputado eleito pelo PSD, refere-se à adesão como “um dia que foi preparado por muitos” e “para o qual o Parlamento muito contribuiu”.

“Um dia em que Portugal se encontrou com a sua identidade europeia e com o seu destino democrático. Há 40 anos, a adesão de Portugal às Comunidades Europeias. Dia de futuro. Dia de todos nós!”, escreve Aguiar-Branco.

O Tratado de adesão de Portugal à então CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e também pelo vice-Primeiro-Ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos Ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes.