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O incremento inicial da região parece ter sido, durante o século XIII com o rei D. Dinis, ao decidir erguer, em Odivelas, um Mosteiro, de invocação a São Dinis e a São Bernardo, que foi doado às monjas Bernardas da Ordem de Cister.
Pouco antes de morrer, o rei D. Dinis expressou em testamento a vontade de ser sepultado não em Alcobaça, lugar de repouso de outros reis antes dele, mas no Mosteiro de Odivelas, projeto que apadrinhou desde a sua fundação.
É lá que o “Rei Lavrador” ainda repousa hoje, numa sepultura, sob arcadas góticas, que os inúmeros restauros já não deixam entrever. A cabeça da estátua é hoje demasiado grande, a espada desapareceu e muitas das figuras foram restauradas com argamassa ou desapareceram por completo.
Os restauros de má qualidade não teriam sido muito simpáticos para o rei aqui sepultado.
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