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Filha de mãe portuguesa – cujo pai era dirigente comunista francês – e de pai português que passou por Champigny nos anos 60, Ângela da Graça Pereira considera-se uma “bebé da lusofonia”.
Depois de ter estudado no Brasil, vive atualmente em Montpellier, onde criou a Associação Passerelle France-Brésil & Solidarités Lusophones. Numa entrevista ao LusoJornal, conduzida por Dominique Stoenesco, explica quais os objetivos da associação e quais os seus principais projetos.
https://www.facebook.com/lusojornal/videos/3517756794945124
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