Dans la peur tous unis de fil en aiguille on construit mille et une barrières dans une seule prière être consolation être protection là où le besoin presse là où la vie
25 de Abril Abril 1974 Paris Abril 2004 Um balão a outro balão Atado Num Amontoado por rede aprisionado uma, duas placas comemorativas por toalhado escondidas e a espera… Abril no Estrangeiro ainda d’entranhas prisioneiro?!
Notre Dame de Paris Guerra… Guerras… passaste por elas… abrigaste fugitivos foste refúgio do doente acolheste a lágrima do inocente deixaste os maiores por ti passar… na dor… no orgulho… no
Sabia?! A loucura ainda fremia em cada poro do corpo ela não sabia se era amor que a entontecia ou a dor duma cumplicidade que teimava em chamar amizade e instantaneamente
Ela não sabia se para além daquele muro outra vida existia não sabia se o sorriso aquele sorriso que nasce da felicidade ainda existia ela nem sabia se o malmequer podia também
Nasci em casa da avó e muito cedo conheci o viver só (tempo em que sentada na manta via através do portão de tábuas desiguais passar algum vizinho enquanto o avô não
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