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A partir de amanhã, quem for de França para Portugal, deixa de ter obrigatoriamente de fazer quarentena de 14 dias.

O Governo vai manter as medidas restritivas aplicáveis ao tráfego aéreo e aos navios cruzeiros até ao fim de maio, com exceção para países com menos de 500 casos por 100 mil habitantes, como é o caso da França.

África do Sul, Brasil e Índia e, na União Europeia, o Chipre, Croácia, Lituânia, Países Baixos e Suécia são a partir de segunda-feira os países que se mantêm na lista de restrições impostas por Portugal, uma vez que são países “com uma taxa de incidência igual ou superior a 500 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias”.

O conselho de ministros de sexta-feira apresentou também os países que apresentam uma taxa de incidência de infeção por SARS-CoV-2, que provoca a Covid-19, inferior a 500 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias e que, a partir de segunda-feira, “podem realizar todo o tipo de viagens para Portugal, incluindo viagens não essenciais”.

Assim, especifica a nota de imprensa, “os passageiros originários dos países que integram a União Europeia, países associados ao Espaço Schengen (Liechtenstein, Noruega, Islândia e Suíça) e o Reino Unido” deixam de cumprir isolamento profilático e podem realizar viagens não essenciais.

 

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