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Cultura

 

Napoleão (1769-1821) “dirigiu o pior (e totalmente auto infligido) desastre da história militar e destruiu sozinho a grandiosa iniciativa que ele e outros tinham lutado tanto para construir”, afirma o historiador Adam Zamoyski na sua biografia do imperador dos franceses.

Se uns consideraram Napoleão Bonaparte como “um deus genial” e outros “um pequeno ditador desagradável”, Zamoyski sublinha, na introdução da obra, que ele “foi, de muitas maneiras, um homem bastante comum”.

“Napoleão. O Homem por trás do Mito” é o título da biografia, traduzida para português por José Remelhe, e publicada pela editora Planeta.

Referindo-se ao tempo de exílio, na ilha de Santa Helena, depois de derrotado em Waterloo, na Bélgica, em 1815, o historiador norte-americano afirma que no final da vida, o ex-imperador “caiu num estado de prostação pontuado por ocasionais explosões de fúria”.

A obra de Zamoyski revisita várias fontes históricas relacionadas com Napoleão e o seu contexto, e propõe uma nova abordagem sobre o militar que se corou imperador e tentou dominar a Europa.

 

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