Célia da Horta espera que novo Consulado-Geral de Toulouse reforce os serviços consulares em Perpignan


A passagem do Vice-Consulado de Portugal em Toulouse a Consulado-Geral é vista com satisfação por Célia da Horta, responsável pelo Rancho Folclórico de Perpignan, dirigente da loja “Les Trésors du Portugal” e suplente do Conselho das Comunidades Portuguesas. Para a representante, esta mudança constitui um reconhecimento da importância da Comunidade portuguesa na região, mas também uma oportunidade para reforçar a proximidade dos serviços consulares.

“É muito positivo que Toulouse volte a ser Consulado-Geral. Acho que é um reconhecimento da importância e da dimensão da Comunidade portuguesa nesta região”, declarou Célia da Horta ao LusoJornal.

Em Perpignan, onde existe uma “Permanência consular”, as expectativas passam agora pela manutenção e, se possível, pelo reforço deste serviço. “Como suplente do Conselho das Comunidades Portuguesas em Perpignan, espero que esta mudança também nos ajude a continuar a pedir que a Permanência consular em Perpignan se mantenha e, se possível, que possa aumentar o número de dias e até trazer mais serviços para cá” explica Célia da Horta.

A proximidade dos serviços como prioridade

A distância que separa Perpignan de Toulouse continua a representar uma dificuldade para parte da Comunidade portuguesa local, sobretudo quando é necessária uma deslocação para tratar de assuntos consulares.

Para Célia da Horta, aproximar estes serviços dos cidadãos deve, por isso, continuar a ser uma prioridade. “Para a nossa Comunidade é muito importante ter os serviços consulares mais perto, porque nem sempre é fácil deslocarmo-nos a Toulouse”, sublinha.

A elevação do posto de Toulouse a Consulado-Geral é assim encarada não apenas pelo seu significado institucional, mas também pelas possíveis consequências práticas para os Portugueses residentes em Perpignan e nos territórios envolventes.

“Vejo esta mudança de forma muito positiva e espero que traga também melhorias concretas para os Portugueses da nossa região”, conclui Célia da Horta.

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