1582: O Papa Gregório XIII estabelece o calendário gregoriano pela bula “Inter gravissimas”.
1704: Morre, aos 61 anos, o compositor francês Marc-Antoine Charpentier, nome maior da oratória Barroca.
1777: Morre, com 62 anos, o Rei D. José. Começa o reinado de D. Maria I.
1786: Nasce Wilhelm Carl Grimm, filólogo e escritor alemão, autor, com o irmão Jacob Ludwig Carl, dos “Contos de Grimm”.
1842: É proclamada a restauração da Carta Constitucional, no Porto. D. Maria II entrega o Governo ao duque da Terceira.
1843: Nasce Joaquim Teófilo Fernandes Braga, escritor, filólogo e político português. Foi o 2.º Presidente da República.
1891: Nasce o ator Ernestino Augusto Costa, Costinha, nome determinante para o teatro português de Revista. Começa no cinema em 1930 com o filme Lisboa, Crónica Anedótica (1930), A Severa (1931), As Pupilas do Senhor Reitor (1935) e O Trevo de Quatro Folhas (1936).
1901: A Igreja Ortodoxa excomunga o escritor russo Leon Tolstoi, autor de “Guerra e Paz”.
1927: Nasce David Mourão-Ferreira, escritor, ensaísta e pedagogo, autor de “Entre a Sombra e o Corpo” e de “Um Amor Feliz”.
1971: A Argélia nacionaliza as companhias petrolíferas francesas que operam no país.
1978: O ministro do Assuntos Sociais, António Arnault, apresenta o Serviço Nacional de Saúde. O Estado português consagra, pela primeira vez, o acesso universal aos cuidados de saúde, de acordo com a Constituição de 1976.
2007: Morre, aos 100 anos, Herman Brix, Bruce Bennet, antigo atleta e ator norte-americano que desempenhou o papel de Tarzan, em 1935.
2015: Morre, aos 73 anos, Gérard Ducarouge, engenheiro francês que projetou vários monolugares para a Fórmula 1.
2022: Começa a invasão da Ucrânia pela Rússia, com a condenação generalizada dos países ocidentais. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, decreta a mobilização geral da população sujeita a “recrutamento militar e reservistas” para combater a invasão russa no país.
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Este é o quinquagésimo quinto dia do ano. Faltam 310 dias para o termo de 2026.
Pensamento do dia: “Mal haja a noite assassina e quem domina sem nos vencer”. José Afonso (1929-87), músico e poeta português.




