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De acordo com dados do mais recente relatório estatístico mensal do Banco de Cabo Verde (BCV), compilados hoje pela Lusa, em agosto último os bancos de Cabo Verde guardavam mais de 53.650 milhões de escudos (484 milhões de euros) em depósitos de emigrantes cabo-verdianos, volume que tem registado quedas mensais consecutivas desde fevereiro.

Em Cabo Verde operam sete bancos comerciais com licença para trabalhar com clientes residentes e quatro apenas com licença para clientes não residentes, considerados ‘offshore’, regime que termina no final deste ano, conforme prevê a nova legislação aprovada em fevereiro, no Parlamento.

O mesmo documento refere, no entanto, que os depósitos de poupança nos bancos cabo-verdianos ultrapassaram no final de agosto os 7.366 milhões de escudos (66,5 milhões de euros), renovando máximos históricos.

Trata-se de um aumento de 14,3% face ao valor de agosto de 2019, quando os bancos cabo-verdianos tinham depósitos de poupança no valor de 6.418 milhões de escudos (58 milhões de euros), e um crescimento de 7,2% desde março, quando o país decretou o estado de emergência, com o confinamento da população e paralisação das empresas, para conter a transmissão da pandemia de Covid-19.

Em março, esses depósitos de poupança ascendiam a 6.847 milhões de escudos (62,3 milhões de euros).

 

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