Dia 10 de dezembro, Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos

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1510: Afonso de Albuquerque conquista Goa e aí estabelece a capital do Império Português do Oriente.

1520: Martinho Lutero queima, em público, a bula papal que o excomungava da Igreja Católica.

1616: Morre, com 74 anos, o cronista português Diogo do Couto, autor de “O Soldado Prático” e continuador das “Décadas da Ásia”, de João de Barros.

1801: É criado em Portugal o corpo da Guarda Real da Polícia, antecessor da atual PSP.

1836: Um decreto real determina a abolição do comércio de escravos nos domínios portugueses.

1877: O engenheiro alemão Werner von Siemens obtém a patente do alto-falante eletrodinâmico.

1896: Morre, aos 63 anos, o químico e industrial sueco Alfredo Nobel.

1901: Primeira sessão de entrega dos Prémios Nobel. Entre os laureados, Henri Dunant, Nobel da Paz, fundador do Comité Internacional da Cruz Vermelha e promotor da primeira Convenções de Genebra, Emil von Behring, Nobel da Medicina, pela descoberta do tratamento a soro, e Sully Prudhomme, Nobel da Literatura.

1913: O quadro “Mona Lisa”, do pintor italiano Leonardo da Vinci, é recuperado, dois anos depois de ter sido roubado do Museu do Louvre, em Paris.

1948: A Assembleia-Geral da ONU aprova a Declaração Universal dos Direitos do Homem.

1956: É fundado o MPLA – Movimento para a Libertação de Angola.

1985: Abertura do Continente de Matosinhos. A Sonae lança o primeiro hipermercado em Portugal, em associação com os Franceses da Promodés.

1992: O Parlamento português aprova o Tratado de Maastricht da União Europeia.

1996: D. Ximenes Belo e Ramos Horta recebem o Prémio Nobel da Paz.

1996: Nelson Mandela promulga a nova Constituição da África do Sul, enterrando para sempre o apartheid.

1998: O escritor português José Saramago recebe o Prémio Nobel da Literatura, em Estocolmo.

 

Este é o tricentésimo quadragésimo quarto dia do ano. Faltam 21 dias para o termo de 2022.

Pensamento do dia: “A ciência deste século é uma grandecíssima tola. E, como tal, presunçosa e cheia de orgulho dos néscios”. Almeida Garrett (1799-1854), escritor e político português.