Dia 14 de julho: Dia nacional francês

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1789: Revolução Francesa. Tomada da Bastilha. Os cidadãos de Paris revoltam-se e assaltam a prisão, libertando os presos políticos. Começa a queda do Antigo Regime.

1790: Luís XVI, de França, aceita a Constituição.

1795: “A Marsellaise”, marcha heroica de Claude-Joseph Rouget de L’Isle, passa a hino nacional da França.

1853: Abertura da Exposição Universal de Nova Iorque.

1881: Morre o lendário pistoleiro norte-americano, William H. Bonney, Jr , Billy the Kid. Tinha 21 anos.

1889: É fundada a Segunda Internacional, em Paris. O movimento operário adota a social-democracia.

1901: O cirurgião português Egas Moniz, Nobel da Medicina em 1949, conclui o doutoramento, em Lisboa.

1912: Francisco Lázaro torna-se o primeiro atleta português a correr a maratona olímpica nos Jogos de Estocolmo.

1923: Nasce o poeta e ensaísta português António Gabriel de Castro e Quadros Ferro, conhecido como António Quadros, membro da geração da Revista 57, autor de “Portugal, Razão e Mistério”.

1933: Na Alemanha, são ilegalizados os partidos políticos, à exceção do partido nacional-socialista nazi, de Adolf Hitler, recém-chegado ao poder.

1974: António de Spínola indigita o general Vasco Gonçalves para primeiro-ministro do II Governo Provisório.

1976: O general António Ramalho Eanes é investido Presidente da República.

1993: Morre o poeta, compositor, músico e cantor francês Leo Ferré. Tinha 77 anos.

2002: A polícia francesa impede o atentado ao Presidente Jacques Chirac, no desfile de 14 de julho, em Paris.

2016: Um camião atinge uma multidão na Promenade des Anglais, em Nice, quando decorre um fogo-de-artifício para celebrar Dia da Bastilha. 86 pessoas morrem e cerca de 450 ficam feridas neste atentado, reivindicado pelo grupo “jihadista” Estado Islâmico (EI). O condutor do camião, um tunisino de 31 anos, é abatido pela polícia.

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Este é o centésimo nonagésimo quinto dia do ano. Faltam 170 dias para o termo de 2023.

Pensamento do dia: “Pensa-se hoje na revolução, não como maneira de se solucionarem problemas postos pela atualidade, mas como um milagre que nos dispensa de resolver problemas”. Simone Weill (1909-43), filósofa francesa.