O Novo Banco registou lucros de 585,6 milhões de euros até setembro, uma quebra de 4,1% em termos homólogos, em particular devido ao aumento dos custos operacionais, anunciou ontem a instituição financeira.
Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o Novo Banco refere que o produto bancário comercial, que inclui a margem financeira e comissões, avançou 2,5% em termos homólogos, para 1.122,2 milhões de euros, num período em que os custos operativos avançaram 11,1% para 426,9 milhões de euros.
A margem financeira, que traduz a diferença entre os juros cobrados nos créditos e os juros pagos nos depósitos, avançou 3,3% para 856 milhões de euros, enquanto as comissões cresceram 0,1% para 266,2 milhões de euros.
Com isto, o resultado operacional recuou 11,1%, descendo aos 696,6 milhões de euros, menos 11,1% face aos primeiros nove meses de 2025.
Citado no comunicado, o Presidente executivo do Novo Banco, Mark Bourke, enalteceu que os primeiros três trimestres do ano “refletem a solidez” do modelo de negócio, acrescentando que a integração no grupo francês BCPE “está a decorrer de forma consistente e em total alinhamento” com a visão a longo prazo.







