O grupo francês IDEC adquiriu uma participação maioritária na VHM, empresa portuguesa de engenharia, arquitetura e gestão de projetos imobiliários fundada em 1993 no Porto, anunciaram as empresas em comunicado. O valor da operação e o montante do capital adquirido pelo grupo francês não foi revelado.
A VHM, fundada em 1993, conta com 300 trabalhadores distribuídos entre a sede no Porto e as agências de Lisboa e Coimbra.
Entre os principais clientes, encontram-se o Metro de Lisboa, a rede de transportes de Coimbra, Instituto de Oncologia de Coimbra e Hospital de Évora, além de outros nos setores do comércio, indústria, infraestruturas sociais e culturais, hotéis, estabelecimentos de ensino, escritórios, habitação e parques de estacionamento.
“Esta integração permite-nos de entrar numa nova fase de crescimento, conservando o que sempre definimos: a proximidade com o cliente, o rigor técnico e a capacidade de execução” afirma Vítor Hugo, Presidente fundador da VHM. “Encontrámos no Groupe IDEC um parceiro cuja visão, ambição e valores estão em fase com o futuro que queremos construir”.
O grupo francês IDEC, com presença no setor imobiliário residencial e empresarial na Europa e na Ásia, tem um volume de negócios médio de 500 milhões de euros por ano e emprega atualmente cerca de 620 trabalhadores em França.
Com 700 mil metros quadrados construídos anualmente, tem em carteira mais de 1,5 mil milhões de euros em projetos imobiliários financiados e mais de mil hectares urbanizados ou desenvolvidos em França e no exterior.
“Com esta aquisição, temos um primeiro objetivo: continuar o trabalho realizado pelo Vítor ao longo de mais de três décadas”, detalha Patrice Lafargue, Presidente e Fundador do Groupe IDEC. “Temos a ambição de participar ativamente no desenvolvimento desta empresa, que goza de uma excelente reputação em Portugal graças aos projetos prestigiados em que as suas equipas estiveram envolvidas. Também temos muito a aprender com a sua abordagem e com o seu modelo económico e, inversamente, o nosso papel é contribuir com as nossas competências para o seu crescimento, de forma a inscrevê-lo num desenvolvimento inovador, técnico e descarbonizado do setor imobiliário”.







