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“O compromisso mantém se desde 1981”: CCP marca 45 anos de representação da diáspora


O Conselho das Comunidades Portuguesas assinalou esta semana os 45 anos da sua criação, sublinhando o papel que o órgão consultivo tem desempenhado na representação dos portugueses residentes no estrangeiro. Num comunicado divulgado pelo Conselho Permanente, o CCP recorda que nasceu com a missão de “dar voz aos portugueses residentes no estrangeiro” e que, ao longo de mais de quatro décadas, tem contribuído para aproximar o Estado português da sua diáspora.

O texto lembra que gerações de Conselheiras e conselheiros trabalharam de forma voluntária para construir pontes entre Comunidades, instituições e Portugal, reforçando a importância estratégica da emigração portuguesa no desenvolvimento económico, social e cultural do país. O comunicado destaca que este percurso foi feito com “orgulho e sentido de responsabilidade”, numa afirmação da relevância das Comunidades portuguesas no mundo.

O Presidente do Conselho Permanente, Flávio Martins, eleito no Brasil, afirma que celebrar os 45 anos do CCP é também celebrar “o compromisso contínuo de Portugal com os seus cidadãos no mundo”. Sublinha que, ao longo destas décadas, o Conselho se afirmou como “um órgão essencial de escuta, diálogo e proposta”, dando voz às Comunidades e contribuindo para políticas públicas “mais justas e inclusivas”. Para o responsável, este aniversário representa igualmente “um momento de responsabilidade renovada”, lembrando que o futuro se constrói com “proximidade, participação e reconhecimento”.

O comunicado assinala ainda que esta data é não apenas comemorativa, mas também um momento de reflexão sobre os desafios que se colocam às Comunidades portuguesas num mundo em transformação. O CCP reafirma, por isso, o compromisso de continuar a representar com dignidade e eficácia os interesses da diáspora, promovendo a sua participação ativa na vida cívica e política.

No final da nota enviada ao LusoJornal, o Conselho das Comunidades Portuguesas presta homenagem a todos os que contribuíram para a sua missão desde 1981 e renova o empenho em servir Portugal e os portugueses no mundo. “Desde 1981 o compromisso mantém-se: dar voz às Comunidades Portuguesas, onde quer que estejam”, lê-se no comunicado.

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