
O LusoJornal disponibiliza a partir de hoje, os arquivos do jornal editado em versão papel. As edições podem ser consultadas em pdf e podem ser feitas pesquisas a partir dessas mesmas edições. Este é um projeto apoiado pela Direção Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP), no quadro do concurso 2025 de apoio aos órgãos de comunicação social portugueses no estrangeiro.
“O LusoJornal guarda, há 22 anos, um tesouro que conta a história viva das Comunidades portuguesas em França: todas as edições, todas as páginas, todas as memórias” afirma Carlos Pereira, Diretor do LusoJornal. “Agora, esse património está ao alcance de um simples clique”.
O arquivo das edições em papel do LusoJornal – que agora é apenas digital, mas que foi durante quase duas décadas um jornal semanário – está disponível desde esta manhã e tem uma nova ferramenta de pesquisa que transforma o arquivo num espaço interativo onde cada leitor pode viajar no tempo, descobrir notícias esquecidas, reencontrar nomes, lugares e acontecimentos que marcaram as diferentes épocas. Basta escrever uma palavra‑chave e, num instante, surgem todas as edições onde ela aparece.
“É uma experiência quase arqueológica, mas sem pó nem caixas pesadas – só a emoção de redescobrir o passado” diz Carlos Pereira. “Os leitores podem descobrir 22 anos de histórias em apenas alguns segundos”.
Para o Diretor do jornal desde a sua fundação em 2024, disponibilizar estes arquivos é importante porque “só aqui se pode encontrar a história contemporânea da Comunidade portuguesa de França. O LusoJornal assume-se como um jornal de proximidade, fala dos Portugueses de França e da relação entre Portugal e a França. Ora, isso é importante não apenas para aqueles que querem identificar algum artigo ou algum evento, mas também para os historiadores e sociólogos que trabalham sobre temáticas relacionadas com emigração e as Comunidades portuguesas”.
“Mais uma vez, estamos a fazer serviço público” garante Carlos Pereira.
Mas ainda faltam algumas edições neste arquivo de 22 anos. “O projeto foi apoiado, em parte, pela DGACCP e nós agradecemos este apoio. Mas não foi apoiado a 100%. Por isso, há uma parte considerável que tem de ser financiado pelo próprio jornal e está ainda em curso” explica. “Vamos publicar todas as edições, claro, mas o trabalho é longo e as poucas edições que faltam, estão ainda em curso de digitalização”.






