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A Associação cultural e desportiva portuguesa (ACDP) de Houilles está fechada como todas as associações portuguesas.

A associação tem um grupo de folclore e organiza, durante o ano, vários eventos, como por exemplo à volta do fado.

Anne-Sophie Martins, responsável da comunicação na ACDP explica que a associação só deve regressar às atividades no fim de setembro.

 

Qual o impacto do confinamento para a associação?

Já há muitos anos que atuamos para diversos festivais e este ano foi tudo cancelado. Os ensaios não são autorizados e o nosso festival também não.

 

Este confinamento trouxe problemas financeiros para a associação?

Sim, trouxe problemas financeiros porque o facto de não haver ensaios, não faz trabalhar o encontro associativo que fazia com que nos encontrássemos à volta de um petisco e de refrescantes após estes ensaios. Os nossos eventos aos fins de semana também não têm lugar, mas as nossas despesas de aluguer do nosso local continuam presentes. Ainda não nos reunimos para fazermos as contas, mas já sabemos que vamos ter de nos unir, como sempre, para manter o aspeto financeiro. Porque o amor pela nossa associação nunca mudou, mesmo com o confinamento.

 

A associação solicitou algum apoio?

Não.

 

Quando espera que a associação volte às atividades?

Agora já só pensamos regressar às nossas atividades a partir de fim de setembro.

 

Acha que o público vai continuar a frequentar as associações?

As pessoas vão, com certeza absoluta, voltar a querer festejar, a partilhar com os nossos membros, com Portugueses. Não temos medo nenhum e além disso até pensamos que isto tudo vai reforçar a vontade de nos reunirmos.

 

Depois da pandemia, o que pode mudar no movimento associativo português?

Provavelmente que algumas associações com menos membros vão acabar por fechar. Mas penso que o nosso povo e a nossa educação vão fazer com que tudo volte ao normal. Precisamos todos de alegria, festas, convívio…

 

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