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Depois dos operários da última hora e dos dois filhos chamados ao trabalho, a liturgia do próximo domingo propõe-nos uma terceira parábola onde a vindima e a vinha são colocadas no centro da atenção. No evangelho do dia 4 de outubro, escutaremos Jesus que conta a história de uma vinha, cujos rendeiros se rebelam e negam ao proprietário a parte dos frutos que lhe pertence. Não satisfeitos, os vinhateiros vão mais longe: agridem os servos do proprietário e matam o seu próprio filho. Para terminar, Jesus lança aos fariseus que O escutam esta pergunta: «Quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros?».

Bem diz a nossa gente que pela boca morre o peixe! Os fariseus não se reconheceram na descrição dos vinhateiros homicidas e por isso, sem suspeitarem, condenaram as próprias ações ao responderem severamente: «é preciso matar esses malvados!». Jesus já sabia quem conspirava para o assassinar… Contou esta parábola na esperança de que os seus inimigos reconhecessem os próprios erros e abandonassem a decisão de O eliminar. Era uma esperança vã? Talvez. No entanto, Deus Pai não abandona a humanidade, não desiste de acreditar e confia na nossa generosidade em partilhar os “frutos da vinha”. No fundo, é a grande questão por detrás desta e de outras páginas do Evangelho: como receberemos o herdeiro do Senhor quando Ele nos visitar? Com frutos abundantes? Ou com paus e pedras…? Bom domingo e bom exame de consciência!

 

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